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Preço do litro da gasolina cai para R$ 3,69, na Capital

O menor preço do litro da gasolina está sendo comercializado a R$ 3,699 (Posto Texas – Funcionários II). Em fevereiro o valor era de R$ 3,722. Já o maior se mantém em R$ 4,399 (Posto Ale – Bairro das Indústrias). A pesquisa comparativa para combustíveis registrou que dos 103 postos em atividade, 06 baixaram os preços, 60 mantiveram e 37 aumentaram o preço da gasolina.

Já o etanol registrou aumento no menor valor saindo de R$ 2,744 para R$ 2,779 (Posto Extra – Bairro dos Estados). O maior preço se manteve em R$ 3,349 (Quadramares – Manaíra). Doze estabelecimentos mantiveram o preço, 86 aumentaram e nenhum reduziu.

O mapeamento foi realizado pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor no dia 13 de março de 2019.

Confira o preço dos demais combustíveis:

Diesel S10 –Quanto ao menor preço do óleo diesel S10, o produto também registrou alta em relação ao levantamento do final de fevereiro, passando de R$ 3,333 para R$ 3,389 (Posto Canaã – Cristo). O maior preço se manteve em R$ 3,991 (De Ville – Água Fria). Cincos postos baixaram o preço do produto, 59 aumentaram e 25 mantiveram.

GNV – Todos os 12 postos que revendem o Gás Natural Veicular (GNV) na Capital mantiveram o mesmo preço do levantamento do dia 26 de fevereiro: o menor está em R$ 3,690 (Metrópole – Torre) e, o maior, em R$ 3,740 (Santa Júlia – Epitácio Pessoa).

Com Clickpb

Canal Pecin | Na Capital, mais de 16 mil pessoas já foram retiradas de áreas de risco

Foto: PMJP

“Eu morava quase dentro da avenida e ficava preocupada com meus filhos, que os carros poderiam pegar. Aqui fico mais tranquila, porque sei que eles estão mais seguros”. O depoimento é de Maria do Socorro da Silva, uma das mais recentes beneficiadas com a política de combate ao déficit habitacional da Capital, colocada em prática pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP). Ao longo de toda a gestão, mais de 16 mil pessoas deixaram de morar em áreas consideradas de risco na cidade.

Áreas que pouco a pouco vêm deixando de existir, de acordo com um levantamento feito pela Defesa Civil Municipal. O estudo mostra que João Pessoa conseguiu tirar oito áreas do mapa de risco – lugares com habitações precárias, construídas às margens de rios, com frequência de desabamentos. Os moradores dessas localidades estão inseridos em outra estatística – a atual gestão já superou a marca de 6,6 mil casas entregues à população carente da Capital.

Só em 2018, mais de três mil famílias foram atendidas. O mais recente Residencial entregue foi o Novo São José, para onde foi a dona Maria do Socorro e seus filhos. Já no velho São José, a Prefeitura está intensificando os trabalhos de demolição das antigas moradias, para colocar em prática um projeto de revitalização que está previsto para o local. Outras comunidades que ainda estão no mapa de risco serão atendidas ao longo de 2019, através do programa João Pessoa em Ação, como destaca o coordenador da Defesa Civil, Noé Estrela.

“Vamos continuar com as remoções e trabalhar o projeto ‘João Pessoa em Ação’, procurando melhorar a cidade para a chegada das chuvas e também limpeza nos rios. O trabalho é responsável por onze ações, que integram diversas secretarias da PMJP. O objetivo é promover intervenções que minimizem o impacto de desastres naturais naquelas comunidades”, afirmou.

Parceiros – Além da Defesa Civil, o ‘João Pessoa em Ação’ conta com a participação das secretarias de Infraestrutura (Seinfra), Desenvolvimento Urbano (Sedurb), Desenvolvimento Social (Sedes), Meio Ambiente (Semam), além da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) e Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP).

Comunidades retiradas de áreas de risco:
Timbó – Bancários
Novo Horizonte – Cristo
Paulo Afonso – Jaguaribe
Citex – Geisel
Comunidade Gadanhe – Padre Zé
Terra do Nunca – Róger
Trapiche – Varadouro
Mangue Seco – Ilha do Bispo
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