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Homem morre após ser baleado por PM durante discussão, diz delegado

Vítima estaria armada com uma faca ameaçando moradores da região quando dois policiais tentaram intervir e um deles atirou contra o homem

Um homem foi morto com um tiro na tarde da quinta-feira (24), em Patos, no Sertão da Paraíba. De acordo com o delegado de Homicídios, Diego Beltrão, a vítima estava armada com uma faca ameaçando moradores da região, quando dois policiais tentaram intervir e um deles atirou contra o homem.

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O caso aconteceu por volta das 14h, na rua Francisco Brandão, bairro Jardim Queiroz. Segundo o delegado, a vítima foi identificada como Ranieri Rodrigues Mendes da Silva. O homem estaria drogado quando entrou em um depósito de bebidas e ameaçou a proprietária do estabelecimento.

“A proprietária do estabelecimento não quis vender bebida ao homem. Então ele a agarrou e a ameaçou com uma faca”, disse o delegado.

Um policial aposentado e outro do 3º Batalhão de Patos viram a ação e tentaram desarmar Ranieri Rodrigues. Foi quando o policial do 3º BPM sacou a arma e tentou contê-lo. “Ao saírem do estabelecimento, segundo testemunhas, o homem ameaçou outras pessoas e tentou esfaquear o PM, então ele atirou”, contou o delegado.

A vítima foi atingida no abdômen. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada ao local, mas constatou que o homem já estava morto. O corpo foi encaminhado para o Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de Patos.

O delegado informou que Ranieri Rodrigues era envolvido com vários crimes na região e já havia sido preso por tráfico de drogas.

Ainda segundo Diego Beltrão, de acordo com as testemunhas, a atitude do policial teria sido em legítima defesa. “Pelo que vimos e ouvimos, diante das testemunhas, foi em legítima defesa. Mas a polícia vai relatar o caso e cabe ao Ministério Público e ao Poder Judiciário decidir isso”, afirmou.

G1 PB

Quatro Jovens são assassinados enquanto consumiam drogas em Santa Rita, diz delegado

Quatro pessoas foram mortas a tiros na noite desta quarta-feira (9) no município de Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa. O crime aconteceu por volta das 20h15 na praça do quiosque, em Tibiri. Segundo o delegado de Homicídios, Canrrobet Rodrigues, as vítimas consumiam drogas quando foram mortas.

Duas vítimas do ataque morreram ainda no local, e os outros dois chegaram a ser socorridos. Uma viatura policial os levou para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Tibiri.

De acordo com a unidade de saúde, um dos baleados chegou já sem vida. Trata-se de um adolescente, que aparenta ter por volta de 15 anos de idade. O outro homem precisou ser transferidos por uma Unidade de Suporte Avançado (USA), do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Ele precisou ser entubado, no entanto, não resistiu aos ferimentos e morreu.

A polícia ainda não tem informações sobre a dinâmica do crime. Equipes seguem fazendo diligências no local. Com T5

João de Deus cometia abuso depois dava presente à vítima, diz delegado

O delegado Valdemir Pereira que acompanha em Abadiânia as denúncias contra João Teixeira de Farias, o João de Deus, de 76 anos, descreveu o modus operandi do médium nos crimes sexuais dos quais é acusado. Ele afirmou que João de Deus tinha como “prática” cometer o abuso e depois dar presentes às vítimas.

No caso mais recente, que resultou ontem no indiciamento do médim por violação sexual mediante fraude, com pena entre 2 a 6 anos de prisão, o delegado disse que João de Deus agiu da mesma forma. Após o abuso, o médium pediu que a mulher escolhesse um dos quadro expostos.

O delegado afirmou, em entrevista coletiva, que a mulher de 39 anos contou ter sido abusada sexualmente em outubro deste ano, enquanto se submetia a tratamento na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia. De acordo com ele, a vítima ainda está abalada com o que sofreu. Valdemir Pereira e policiais acompanharam a mulher até o centro espiritualista onde ela mostrou a sala na qual disse ter sido agredida pelo médium.

O médium está preso preventivamente no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. O Supremo pode decidir hoje sobre pedido de liberdade.

Detalhes

A TV Anhanguera, de Goiânia, teve acesso ao depoimento da mulher. Nele, a vítima disse que agressão ocorreu em 24 de outubro. No relato, ela contou que o médium apagou a luz da sala enquanto estava sozinho com ela, depois passou a massageá-la abaixo do ventre e pediu que mexesse o quadril, em seguida tentou encostar.

No depoimento, a vítima afirmou também que João de Deus pediu que ela o massageasse na barriga e, em seguida, ela percebeu que ele estava com o órgão sexual exposto.

Outros crimes

O Ministério Público de Goiás continua recebendo relatos de possíveis crimes sexuais cometidos pelo médium no estado e em outros países. Alguns, de acordo com integrantes da força-tarefa que investiga as ações, podem ter prescrito. Mas serão úteis nas apurações, pois pode servir de material probatório.

Para promotores que atuam na força-tarefa das investigações, João de Deus pode ser indiciado por três crimes distintos – violação sexual mediante fraude, estupro e estupro de vulnerável.

A Polícia Civil também instaurou inquérito para investigar a origem de cinco armas e R$ 405 mil (em reais e moeda estrangeira), localizados em uma das propriedades de João de Deus. (Via: Agência Brasil)

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