Todos os posts de Josy Silva

Jovem que esfaqueou ex-jogador Warley é condenado a dois anos de reclusão

O jovem Victor Coelho da Silva, de 27 anos, foi condenado a dois anos de reclusão mais 40 dias-multa por esfaquear o ex-jogador da Seleção Brasileira e gerente de futebol do Botafogo-PB Warley Santos em janeiro deste ano. O processo foi julgado na segunda-feira (10). Victor trabalhava como garoto de programa, na época do crime, e foi condenado por lesão corporal e fazer justiça pelas próprias mãos.

Na decisão, o juiz Rodrigo Marques Silva Lima substitui a pena privativa de liberdade por duas penas restritivas de direito, na modalidade de prestação de serviços à comunidade pelo período da pena e limitação de final de semana. O juiz ainda concedeu a Victor o direito de recorrer em liberdade, jque respondeu ao processo nesta condição e por não vislumbrar requisitos para a prisão preventiva.

Warley foi esfaqueado na madrugada do dia 26 de janeiro, durante uma briga com o condenado no bairro de Manaíra. Victor Coelho da Silva foi preso no dia 30 de janeiro e solto após uma audiência de custódia no dia 31 de janeiro, mesma data em que Warley teve alta médica.

O que diz o processo                   

Conforme a denúncia do Ministério Público da Paraíba (MPPB), no dia 26 de janeiro de 2018, por volta das 3h30 (horário local), após ingestão de bebidas alcóolicas, Warley passava pela Avenida Edson Ramalho quando decidiu contratar um travesti para fazer sexo oral nele.

Em determinado momento, quando Warley Santos e Victor Coelho estavam no banco de trás do carro, após o programa ser iniciado, houve uma discussão e o condenado saiu do veículo levando o celular de Warley, gritando que a vítima não havia pago o programa.

O jovem Victor Coelho da Silva, de 27 anos, foi condenado a dois anos de reclusão mais 40 dias-multa por esfaquear o ex-jogador da Seleção Brasileira e gerente de futebol do Botafogo-PB Warley Santos em janeiro deste ano. O processo foi julgado na segunda-feira (10). Victor trabalhava como garoto de programa, na época do crime, e foi condenado por lesão corporal e fazer justiça pelas próprias mãos.

Na decisão, o juiz Rodrigo Marques Silva Lima substitui a pena privativa de liberdade por duas penas restritivas de direito, na modalidade de prestação de serviços à comunidade pelo período da pena e limitação de final de semana. O juiz ainda concedeu a Victor o direito de recorrer em liberdade, jque respondeu ao processo nesta condição e por não vislumbrar requisitos para a prisão preventiva.

Warley foi esfaqueado na madrugada do dia 26 de janeiro, durante uma briga com o condenado no bairro de Manaíra. Victor Coelho da Silva foi preso no dia 30 de janeiro e solto após uma audiência de custódia no dia 31 de janeiro, mesma data em que Warley teve alta médica.

O que diz o processo                        

Conforme a denúncia do Ministério Público da Paraíba (MPPB), no dia 26 de janeiro de 2018, por volta das 3h30 (horário local), após ingestão de bebidas alcóolicas, Warley passava pela Avenida Edson Ramalho quando decidiu contratar um travesti para fazer sexo oral nele.

Em determinado momento, quando Warley Santos e Victor Coelho estavam no banco de trás do carro, após o programa ser iniciado, houve uma discussão e o condenado saiu do veículo levando o celular de Warley, gritando que a vítima não havia pago o programa.

Evangelho do dia 12/12/2018 (Lc 1,39-47)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

39Naqueles dias Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judéia. 40Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. 41Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou em seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. 42Com um grande grito, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! 43Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? 44Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. 45Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”. 46Então Maria disse: “A minha alma engrandece o Senhor, 47e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

Canção Nova

Exclusivo: Desembargador suspende as promoções de oficiais da Polícia Militar da Paraíba

O desembargador Leandro dos Santos determinou a suspensão de promoções de oficiais da Polícia Militar da Paraíba. A decisão de liminar foi nesta terça-feira (11), atendendo a uma ação popular interposto por Jonathas Bezerra de Souza.

CLIQUE AQUI E VEJA A DECISÃO

A Ação Popular foi ajuizada alegando a existência de vício na composição da Comissão de Promoção de Oficiais da Polícia Militar do Estado da Paraíba, no tocante aos membros natos, comprometendo a legitimidade de todas as promoções por merecimento e por antiguidade realizadas.
Conforme a ação, membros da Comissão se auto promoveram e que tenentes coronéis teriam sido promovidos ao último posto ao arrepio dos requisitos mínimos exigidos pela legislação e ainda, que o Subcomandante Geral (que não é membro nato, porém estaria ocupando tal posição) teria promovido seu próprio irmão pelo critério de merecimento.
Após analisar o pedido e feitas as considerações, o desembargador disse que “por tais razões, realizando um juízo de cognição sumária, portanto, não exauriente, entendo que deve ser deferida a tutela de urgência recursal para suspender, provisoriamente, as Promoções de Oficiais até que se julgue o mérito do presente Agravo de Instrumento”.

Portal do Litoral

Sobrinho do prefeito de Areial ateia fogo na casa da ex-mulher

O sobrinho do prefeito da cidade de Areial está sendo acusado de atear fogo na casa da ex-esposa na madrugada desta terça-feira (11) enquanto ela estava.

De acordo com informações, Tiago Benjamin não teria aceitado a separação e já possui histórico de agressões físicas e ameaças contra a ex-esposa, Sabrina, que detém de uma medida protetiva contra ele.

O fogo teve início no quarto da vítima. Tiago teria arrombado a casa e entrando no local quebrando o vidro de uma janela.

PB Agora

Advogados vão ter que devolver cerca de R$ 20 milhões pagos com precatórios do FUNDEF

Os advogados que tiveram seus honorários pagos de forma irregular pelas prefeituras municipais da Paraíba com recursos advindos de precatórios do FUNDEF terão que devolver os recursos para os cofres públicos. O presidente do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), André Carlo Torres, estima que o valor a ser devolvido chegue a até R$ 20 milhões.

“Recursos que vêm a mais para a educação devem ser aplicados exclusivamente em educação”, ressaltou André Carlo Torres.

A devolução dos recursos deve ser feita de acordo com a proibição da utilização dos recursos do Fundo de Desenvolvimento da Educação para o pagamento dos honorários dos advogados. A proibição foi feita pelo Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), o Tribunal de Contas da União, o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça.

O presidente do TCE-PB detalhou que está sendo investigado se foram feitos pagamentos antes ou depois da proibição. “Aqueles que receberam depois das medidas proibitivas serão chamados à responsabilidade a devolver os recursos que receberam indevidamente. Eles vão estar na mira de processos a fim de devolução”, afirmou André Carlo Torres.

Um novo painel foi disponibilizado pelo TCE-PB nesta terça-feira (11) informando os recursos que os municípios paraibanos receberam a título de precatório, cerca de R$ 277 milhões, os recursos que poderão chegar, mas estão sub judice, cerca de R$ 200 milhões. Além disso, também há informações sobre “o que já foi pago com honorários, provavelmente antes das decisões restritivas, o que ainda se prospecta pagar, que está proibido. Lembrando que muitas despesas que estão declaradas estão ainda bloqueadas judicialmente justamente pela proibição”, explicou o presidente do TCE-PB.

Click PB

Fazenda onde membros do MST morreram é de usina condenada por execução de trabalhador

A usina proprietária da fazenda Igarapu, na cidade de Alhandra, na Paraíba, onde foram assassinados dois integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em um acampamento, já foi condenada em 2010 pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) pela morte do trabalhador rural Luis Carlos da Silva. O crime aconteceu em 1998 na cidade de Goiana.

Conforme coordenador da Comissão Pastoral da Terra (CPT) em Pernambuco, Plácido Júnior, a Usina Santa Tereza, pertencente ao grupo Companhia Agroindustrial de Goiana (Caig). De acordo com o processo, a empresa sediada na cidade na divisa com a Paraíba foi condenada a pagar uma indenização de R$ 100 mil à família do canavieiro. Ele foi morto após um atentado promovido por policiais militares e seguranças da usina contra trabalhadores rurais que estavam em greve, cerca de 20 anos atrás.

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) informou que a fazenda Igarapu, área em que foi montado o acampamento Dom José Maria Pires, pertencia ao grupo João Santos, empresário pernambucano que detinha a Companhia Agroindustrial de Goiana (Caig), que entrou em processo de falência.

A Caig, por meio de seu setor jurídico, informou que não reconhece que a fazenda Igarapu faça parte de suas propriedades. Ainda de acordo com o jurídico, o local era usado para o plantio de bambus e a Caig trabalha apenas com o plantio de cana-de-açúcar. O jurídico explicou ainda que não tinha conhecimento do histórico da propriedade.

Tânia Sousa, coordenadora da CPT na Paraíba, por outro lado, afirmou que a propriedade era da Usina Santa Tereza desde a década de 1970. Ela lembra que, à época, a área foi dividida em um assentamento, batizado de Mucatu, que se estende por três municípios paraibanos e em uma propriedade privada que foi entregue ao grupo do empresário João Santos, então dono da Usina Santa Tereza.

“O governo militar concedeu ao grupo de João Santos, que transformou a fazenda em uma área produtiva de bambu até certo tempo, mas depois muita gente ficou sem ter condições de trabalho, a produção entrou em declínio, e após a falências, no ano passado, um grupo de famílias ocupou e montou o acampamento. O bambu do local foi arrancado e transformado em produção de alimentos”, contou.

Porém, Tânia Sousa, que acompanha os conflitos por terra na Paraíba há cerca de 30 anos, explicou que não houve registro desde então de mortes ou violência na propriedade. O coordenador da CPT de Pernambuco garante no estado vizinho a situação é diferente. Ele garante que a usina tem um histórico de envolvimento com atos de violência.

“A CPT acompanhou tudo desde que aconteceu o crime de Luís Carlos da Silva, no dia 4 novembro de 1998. Sabemos que a Usina Santa Tereza tem um histórico antigo de violência. Além do caso de Luís Carlos, onde a empresa foi condenada na Justiça, sabemos do envolvimento na morte de um outro trabalhador rural, conhecido como Cazuza, na cidade de Condado”, comentou.

Investigação do assassinato de integrantes do MST

Roberta Neiva, delegada seccional da região de Alhandra, explicou que ainda não recebeu nenhuma informação a respeito da propriedade da fazenda Igarapu. Ela explicou que foram solicitadas diversas diligências a respeito do caso, a todos os órgãos público citados, entidades ligadas à reforma agrária e às empresas da região.

“Não podemos descartar nenhuma linha de investigação, pois o inquérito está na fase inicial. Os crimes foram registrados em um dia que não era útil, então estamos solicitando essas informações oficiais somente nesta segunda-feira. Esperamos em breve ouvir o máximo de pessoas que possam colaborar para a elucidação do caso”, avaliou a delegada responsável pela investigação.

José Bernardo da Silva, conhecido como Orlando, de 46 anos, e Rodrigo Celestino, de 38 anos, foram mortos a tiros na noite de sábado (8) durante o jantar em uma das casas do acampamento Dom José Maria Pires, em Alhandra. Orlando, uma das lideranças do MST na Paraíba visitava o local, e Rodrigo morava no acampamento montado na fazenda Igarapu desde julho de 2017.

Morte de canavieiro

Luís Carlos da Silva foi morto aos 27 anos, em 1998, durante um ato dos trabalhadores de uma usina de cana-de-açúcar que estavam em greve por melhorias nas condições de produção e de salário. De acordo com a CPT, sabendo da greve dos canavieiros, a Usina Santa Tereza começou a usar os trabalhadores das plantações de bambu.

Os funcionários grevistas decidiram então marcar uma reunião com os trabalhadores dos bambuzais para que aderissem à greve, mas ao se aproximarem do canavial, foram pegos em uma emboscada. Luís Carlos da Silva morreu no local e outros 13 canavieiros em greve ficaram feridos.

Por conta do crime, cinco soldados e um capitão da Polícia Militar de Pernambuco, além do administrador da usina, o encarregado da Segurança e oito seguranças foram a julgamento e condenados. A Usina Santa Tereza e o estado de Pernambuco também foram a julgamento em uma ação cível e foram condenados a indenizar a família da vítima. De acordo com a CPT, apesar de o julgamento ocorrido em 2008 ter condenado 14 pessoas, até o momento, ninguém iniciou o cumprimento de suas penas.

João de Deus nega abuso sexual e diz estar à disposição da Justiça

O advogado de João de Deus, Alberto Toron, afirmou nesta segun dafeira (10) à Folha que o médium recebeu com “indignação” a notícia de que é acusado de crime sexual e está à disposição das autoridades para esclarecimentos.
No sábado (8), 13 mulheres relataram ao programa Conversa com Bial, da TV Globo, e ao jornal O Globo terem sido violentadas sexualmente por ele.
Desde então, dezenas de mulheres já relataram à imprensa ou às autoridades terem sido vítimas de crime sexual cometido por João de Deus, nome pelo qual o médium João Teixeira de Faria é conhecido.
O médium faz atendimentos na Casa Dom Inácio de Loyola, espécie de hospital espiritual mantido por ele em Abadiânia (GO).
Segundo Toron, João de Deus nega e “repele” as acusações. Ele critica a falta de identificação das vítimas. Em geral, mulheres que o acusam dizem preferir não ter o nome revelado por temer represálias. 

“Tem acusações, e é importante dizer isso, cujas vozes e a cara das pessoas não foram exibidas. Então veja você: não se ouve a voz, nem vê o rosto. São coisas de mais de dez anos. Outras de quatro anos. É impossível sequer rememorar se ele conhece a pessoa e se a atendeu”, afirma Toron.
Questionado sobre casos em que vítimas aceitaram mostrar o rosto, como o da coreógrafa holandesa Zahira Lieneke Mous, e da empresária paulistana Aline Saleh , o advogado contesta.
“Ele nem sequer fala inglês. O português dele, se você o conhece ou já teve a oportunidade de conversar, é muito limitado também”, afirma.
No sábado, Zahira disse em entrevista ao programa Conversa com Bial, da TV Globo, ter sido vítima de violência sexual durante um atendimento espiritual em 2014.
Ela relata que conheceu o trabalho do médium enquanto buscava por uma cura para o trauma de ter sofrido abusos sexuais no passado. Na segunda visita à Casa Dom Inácio, foi informada que teria uma consulta particular em um escritório ao fim da sessão, de acordo com ela.
Lá, segundo Zahira, ele pediu para que ela ficasse de costas, conduzindo-a para um banheiro onde ele faria uma “limpeza espiritual”. Depois, ele teria colocado as mãos dela no pênis e fez com que elas se movimentassem. Ela diz ter ficado com medo de denunciar o caso à época.
Aline Saleh fez relato parecido à Folha, em reportagem publicada nesta segunda. Ela conta que, em 2013, esteve na Casa e que foi levada para um banheiro, posta de costas e que João de Deus colocou a mão dela em seu pênis.
Para Toron, as circunstâncias das denúncias devem ser averiguadas. “São coisas que não quero adiantar mas que no curso de eventual investigação
vamos pedir que seja apurado”, afirma.
Desde sábado, outras mulheres têm relatado casos à imprensa e ao
Ministério Público. O advogado, porém, diz ter dúvidas sobre o número real
de denúncias. “Eram dez, agora são 20 e estão falando em 200, o que é
estranho. Isso é algo que estamos apurando.”
Segundo ele, à defesa, o médium alegou que seus atendimentos individuais
são raros. “Ele refuta isso [atendimentos individuais]. O atendimento dele é
público, aberto. Ele recebeu uma ou outra pessoa privadamente ao longo
desses 40 anos”, afirma.
Toron se refere ao tempo de existência da Casa Dom Inácio de Loyola,
fundada pelo médium em 1976. Boa parte da economia e rotina de Abadiânia
giram em torno da instituição.
Ele diz que o médium planeja manter suas atividades “se não houver oposição das autoridades”.
“Ele faz o bem para muita gente. Se entenderem que ele deve parar, por
respeito à Justiça, assim ele o fará. Mas a princípio ele continua as atividades
dele atendendo publicamente.”
Em geral, João de Deus faz atendimentos às quartas, quintas e sextas-feiras
pela manhã e tarde. Lá, prescreve terapias à base de passiflora e faz cirurgias
espirituais.
Nesta segunda, a defesa protocolou uma petição ao Ministério Público, ao
delegado de Polícia Civil, em Goiás, e ao juiz em que diz que João de Deus
está à disposição “no dia e na hora em que entenderem necessário” para
prestar depoimento e pede acesso aos procedimentos da investigação. 

FOLHA

Estudante morre após ter sido achada desacordada dentro de piscina, em João Pessoa

Morreu noite desta segunda-feira (10) a estudante Marielly Lima, 17 anos. Ela se afogou no domingo (9) em uma piscina aqui em João Pessoa.

Conforme parentes, ela estava em uma casa onde iria acontecer uma festa quando a estudante foi achada desacordada e com a barriga inchada dentro da piscina.

Marielly foi levada para o Hospital de Trauma da Capital, mas nessa segunda a garota entrou em coma, teve uma parada cardíaca e não resistiu. A estudante morava no bairro São José.

Até a publicação da reportagem não tinha ainda informações sobre velório e enterro.

Portal do Litoral

Fazenda onde membros do MST morreram é de usina condenada por execução de trabalhador

A usina proprietária da fazenda Igarapu, na cidade de Alhandra, na Paraíba, onde foram assassinados dois integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em um acampamento, já foi condenada em 2010 pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) pela morte do trabalhador rural Luis Carlos da Silva. O crime aconteceu em 1998 na cidade de Goiana.

Conforme coordenador da Comissão Pastoral da Terra (CPT) em Pernambuco, Plácido Júnior, a Usina Santa Tereza, pertencente ao grupo Companhia Agroindustrial de Goiana (Caig). De acordo com o processo, a empresa sediada na cidade na divisa com a Paraíba foi condenada a pagar uma indenização de R$ 100 mil à família do canavieiro. Ele foi morto após um atentado promovido por policiais militares e seguranças da usina contra trabalhadores rurais que estavam em greve, cerca de 20 anos atrás.

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) informou que a fazenda Igarapu, área em que foi montado o acampamento Dom José Maria Pires, pertencia ao grupo João Santos, empresário pernambucano que detinha a Companhia Agroindustrial de Goiana (Caig), que entrou em processo de falência.

A Caig, por meio de seu setor jurídico, informou que não reconhece que a fazenda Igarapu faça parte de suas propriedades. Ainda de acordo com o jurídico, o local era usado para o plantio de bambus e a Caig trabalha apenas com o plantio de cana-de-açúcar. O jurídico explicou ainda que não tinha conhecimento do histórico da propriedade.

Tânia Sousa, coordenadora da CPT na Paraíba, por outro lado, afirmou que a propriedade era da Usina Santa Tereza desde a década de 1970. Ela lembra que, à época, a área foi dividida em um assentamento, batizado de Mucatu, que se estende por três municípios paraibanos e em uma propriedade privada que foi entregue ao grupo do empresário João Santos, então dono da Usina Santa Tereza.

“O governo militar concedeu ao grupo de João Santos, que transformou a fazenda em uma área produtiva de bambu até certo tempo, mas depois muita gente ficou sem ter condições de trabalho, a produção entrou em declínio, e após a falências, no ano passado, um grupo de famílias ocupou e montou o acampamento. O bambu do local foi arrancado e transformado em produção de alimentos”, contou.

Porém, Tânia Sousa, que acompanha os conflitos por terra na Paraíba há cerca de 30 anos, explicou que não houve registro desde então de mortes ou violência na propriedade. O coordenador da CPT de Pernambuco garante no estado vizinho a situação é diferente. Ele garante que a usina tem um histórico de envolvimento com atos de violência.

“A CPT acompanhou tudo desde que aconteceu o crime de Luís Carlos da Silva, no dia 4 novembro de 1998. Sabemos que a Usina Santa Tereza tem um histórico antigo de violência. Além do caso de Luís Carlos, onde a empresa foi condenada na Justiça, sabemos do envolvimento na morte de um outro trabalhador rural, conhecido como Cazuza, na cidade de Condado”, comentou.

Investigação do assassinato de integrantes do MST

Roberta Neiva, delegada seccional da região de Alhandra, explicou que ainda não recebeu nenhuma informação a respeito da propriedade da fazenda Igarapu. Ela explicou que foram solicitadas diversas diligências a respeito do caso, a todos os órgãos público citados, entidades ligadas à reforma agrária e às empresas da região.

“Não podemos descartar nenhuma linha de investigação, pois o inquérito está na fase inicial. Os crimes foram registrados em um dia que não era útil, então estamos solicitando essas informações oficiais somente nesta segunda-feira. Esperamos em breve ouvir o máximo de pessoas que possam colaborar para a elucidação do caso”, avaliou a delegada responsável pela investigação.

José Bernardo da Silva, conhecido como Orlando, de 46 anos, e Rodrigo Celestino, de 38 anos, foram mortos a tiros na noite de sábado (8) durante o jantar em uma das casas do acampamento Dom José Maria Pires, em Alhandra. Orlando, uma das lideranças do MST na Paraíba visitava o local, e Rodrigo morava no acampamento montado na fazenda Igarapu desde julho de 2017.

Morte de canavieiro

Luís Carlos da Silva foi morto aos 27 anos, em 1998, durante um ato dos trabalhadores de uma usina de cana-de-açúcar que estavam em greve por melhorias nas condições de produção e de salário. De acordo com a CPT, sabendo da greve dos canavieiros, a Usina Santa Tereza começou a usar os trabalhadores das plantações de bambu.

Os funcionários grevistas decidiram então marcar uma reunião com os trabalhadores dos bambuzais para que aderissem à greve, mas ao se aproximarem do canavial, foram pegos em uma emboscada. Luís Carlos da Silva morreu no local e outros 13 canavieiros em greve ficaram feridos.

Por conta do crime, cinco soldados e um capitão da Polícia Militar de Pernambuco, além do administrador da usina, o encarregado da Segurança e oito seguranças foram a julgamento e condenados. A Usina Santa Tereza e o estado de Pernambuco também foram a julgamento em uma ação cível e foram condenados a indenizar a família da vítima. De acordo com a CPT, apesar de o julgamento ocorrido em 2008 ter condenado 14 pessoas, até o momento, ninguém iniciou o cumprimento de suas penas.

João de Deus nega abuso sexual e diz estar à disposição da Justiça

O advogado de João de Deus, Alberto Toron, afirmou nesta segun dafeira (10) à Folha que o médium recebeu com “indignação” a notícia de que é acusado de crime sexual e está à disposição das autoridades para esclarecimentos.
No sábado (8), 13 mulheres relataram ao programa Conversa com Bial, da TV Globo, e ao jornal O Globo terem sido violentadas sexualmente por ele.
Desde então, dezenas de mulheres já relataram à imprensa ou às autoridades terem sido vítimas de crime sexual cometido por João de Deus, nome pelo qual o médium João Teixeira de Faria é conhecido.
O médium faz atendimentos na Casa Dom Inácio de Loyola, espécie de hospital espiritual mantido por ele em Abadiânia (GO).
Segundo Toron, João de Deus nega e “repele” as acusações. Ele critica a falta de identificação das vítimas. Em geral, mulheres que o acusam dizem preferir não ter o nome revelado por temer represálias. 

“Tem acusações, e é importante dizer isso, cujas vozes e a cara das pessoas não foram exibidas. Então veja você: não se ouve a voz, nem vê o rosto. São coisas de mais de dez anos. Outras de quatro anos. É impossível sequer rememorar se ele conhece a pessoa e se a atendeu”, afirma Toron.
Questionado sobre casos em que vítimas aceitaram mostrar o rosto, como o da coreógrafa holandesa Zahira Lieneke Mous, e da empresária paulistana Aline Saleh , o advogado contesta.
“Ele nem sequer fala inglês. O português dele, se você o conhece ou já teve a oportunidade de conversar, é muito limitado também”, afirma.
No sábado, Zahira disse em entrevista ao programa Conversa com Bial, da TV Globo, ter sido vítima de violência sexual durante um atendimento espiritual em 2014.
Ela relata que conheceu o trabalho do médium enquanto buscava por uma cura para o trauma de ter sofrido abusos sexuais no passado. Na segunda visita à Casa Dom Inácio, foi informada que teria uma consulta particular em um escritório ao fim da sessão, de acordo com ela.
Lá, segundo Zahira, ele pediu para que ela ficasse de costas, conduzindo-a para um banheiro onde ele faria uma “limpeza espiritual”. Depois, ele teria colocado as mãos dela no pênis e fez com que elas se movimentassem. Ela diz ter ficado com medo de denunciar o caso à época.
Aline Saleh fez relato parecido à Folha, em reportagem publicada nesta segunda. Ela conta que, em 2013, esteve na Casa e que foi levada para um banheiro, posta de costas e que João de Deus colocou a mão dela em seu pênis.
Para Toron, as circunstâncias das denúncias devem ser averiguadas. “São coisas que não quero adiantar mas que no curso de eventual investigação
vamos pedir que seja apurado”, afirma.
Desde sábado, outras mulheres têm relatado casos à imprensa e ao
Ministério Público. O advogado, porém, diz ter dúvidas sobre o número real
de denúncias. “Eram dez, agora são 20 e estão falando em 200, o que é
estranho. Isso é algo que estamos apurando.”
Segundo ele, à defesa, o médium alegou que seus atendimentos individuais
são raros. “Ele refuta isso [atendimentos individuais]. O atendimento dele é
público, aberto. Ele recebeu uma ou outra pessoa privadamente ao longo
desses 40 anos”, afirma.
Toron se refere ao tempo de existência da Casa Dom Inácio de Loyola,
fundada pelo médium em 1976. Boa parte da economia e rotina de Abadiânia
giram em torno da instituição.
Ele diz que o médium planeja manter suas atividades “se não houver oposição das autoridades”.
“Ele faz o bem para muita gente. Se entenderem que ele deve parar, por
respeito à Justiça, assim ele o fará. Mas a princípio ele continua as atividades
dele atendendo publicamente.”
Em geral, João de Deus faz atendimentos às quartas, quintas e sextas-feiras
pela manhã e tarde. Lá, prescreve terapias à base de passiflora e faz cirurgias
espirituais.
Nesta segunda, a defesa protocolou uma petição ao Ministério Público, ao
delegado de Polícia Civil, em Goiás, e ao juiz em que diz que João de Deus
está à disposição “no dia e na hora em que entenderem necessário” para
prestar depoimento e pede acesso aos procedimentos da investigação. 

FOLHA

Estudante morre após ter sido achada desacordada dentro de piscina, em João Pessoa

Morreu noite desta segunda-feira (10) a estudante Marielly Lima, 17 anos. Ela se afogou no domingo (9) em uma piscina aqui em João Pessoa.

Conforme parentes, ela estava em uma casa onde iria acontecer uma festa quando a estudante foi achada desacordada e com a barriga inchada dentro da piscina.

Marielly foi levada para o Hospital de Trauma da Capital, mas nessa segunda a garota entrou em coma, teve uma parada cardíaca e não resistiu. A estudante morava no bairro São José.

Até a publicação da reportagem não tinha ainda informações sobre velório e enterro.

Portal do Litoral

Homem armado rende empresário na porta de banco e leva quase R$ 50 mil, na PB

O suspeito sacou a arma, apontou para a cabeça da vítima e levou o pacote contendo dinheiro.

Um assalto foi registrado na manhã desta segunda-feira, (10), em plena luz do dia e na porta de uma agência bancária na cidade de Patos, no sertão do estado.

Imagens de segurança do estabelecimento mostram o momento em que um homem armado rende um empresário na porta do banco. O suspeito saca a arma, aponta para a cabeça da vítima e leva o pacote contendo dinheiro.

Segundo familiares da vítima, quase R$ 50 mil foram levados pelo assaltante, que fugiu em seguida.

As imagens foram entregues a polícia e serão utilizadas para ajudar na identificação do criminoso.

Fonte: portalt5

Vereadores da PB aumentam próprio salário; Saiba qual o novo valor

Vereadores da cidade de Pombal, no sertão do estado, decidiram aumentar os próprios salários em 10%.
O reajuste dos parlamentares teve o consentimento do prefeito do município, Abmael de Sousa Lacerda, que sancionou a lei que permite o aumento salarial já a partir de 1º de janeiro de 2019.
Os vereadores que antes ganhavam em média R$ 6 mil, a partir do próximo mês vão passar a receber R$ 6.600. Já o presidente da Câmara vai receber R$ 9.900.
A cidade de Pombal conta com 13 vereadores.

PF cumpre 12 mandados em 2ª fase de operação contra fraudes em licitações na PB

A Polícia Federal (PF) cumpre seis mandados de prisão preventiva, cinco de 
busca e apreensão e um sequestro de bens na manhã desta terça-feira (11), nas cidades de João Pessoa e Patos, no Sertão paraibano.

As ordens judiciais foram expedidas pela 14ª Vara Federal em Patos e buscam desarticular um esquema responsável por fraudar licitações públicas em diversos municípios da Paraíba, Ceará, Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte, desviando recursos públicos em favor próprio e de terceiros, fraudando também os fiscos federal e estadual.

A segunda fase da Operação Recidiva é realizada em conjunto com o Ministério Público Federal e o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU). De acordo com a PF, após a primeira fase das prisões e apreensões realizadas em novembro, os investigados estavam destruindo e ocultando provas deliberadamente para atrapalhar a investigação criminal.

A Polícia Federal comprovou a falsificação de documentos do acervo técnico das empresas para participar fraudulentamente de licitações, através de atestados/certidões falsos emitidos por engenheiros das empresas investigadas.

Os crimes apurados nesta operação são os de corrupção, lavagem de dinheiro,
organização criminosa, fraude a licitação, falsidade ideológica entre outros.

No mês passado – Na primeira fase da operação foram cumpridos oito mandados de prisão temporária, sete de prisão preventiva, 27 de busca e apreensão e 17 sequestro de bens, nas cidades de João Pessoa, Barra de Santa Rosa, Brejo do Cruz, Emas, Imaculada, Juru, Patos, São José do Bonfim, São Sebastião de Lagoa de Roça e Teixeira, além de Fortaleza e Quiterianópolis no estado do Ceará.

Vigilante baleado por bandidos na PB segue estável, diz hospital

Câmeras de segurança flagraram quando o vigilante da agência dos correios de Junco do Seridó entrou em luta corporal com dois bandidos

O vigilante de 36 anos, que foi baleado ao entrar em luta corporal com bandidos na agência dos Correios da cidade de Junco do Seridó, sertão da Paraíba, na tarde desta segunda-feira (10), não corre risco de morte. A informação foi confirmada pelo Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.

Apesar de estar na ala vermelha da unidade hospitalar, o estado de saúde de Bernardo Aguinaldo da Silva é estável. De acordo com informações da polícia, há suspeita de que um dos criminosos tenha sido atingido por um dos tiros. Diligências estão sendo feitas para capturar os suspeitos.

A ação criminosa

Dois homens tentaram assaltar a agência dos Correios da cidade de Junco do Seridó, no sertão do estado.

De acordo com informações da Polícia Militar, a dupla chegou em uma moto, entrou na agência e anunciou o assalto.

O vigilante do estabelecimento reagiu e houve troca de tiros. Os suspeitos chegaram a entrar em luta corporal com o vigilante, que ficou ferido com um tiro de raspão no rosto.

A vítima foi socorrida para o Hospital de Emergência e Trauma, em Campina Grande.

Os suspeitos fugiram e a polícia está realizando buscas na localidade na tentativa de localizar e prender os assaltantes.

Fonte: portalt5

Prefeito de Gurinhém encaminha projeto para pagamento taxa de iluminação

Nesta segunda-feira (10/12) o prefeito de Gurinhém-PB Cláudio Madruga mandou em carácter de urgência a votação da taxa de iluminação da cidade. Projeto de lei que deixar de forma obrigatória o pagamento desta taxa.
Segundo a informação recebida pela nossa reportagem, estaria sendo arquitetada uma reunião com a bancada aliada do prefeito para aprovar esse projeto.
A população da cidade espera a votação para anotar o nome dos vereadores que estará de apoio a esse projeto de lei.