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Jovem é assassinado ao tentar proteger a mãe em tentativa de assalto no Rio de Janeiro

Um jovem de 22 anos foi assassinado a tiros nesta terça-feira (15) ao tentar proteger a mãe em uma tentativa de assalto a um mercadinho, no Rio de Janeiro. Matheus dos Santos Lessa foi baleado na mão e no pescoço quando os assaltantes fizeram os disparos.

Dois ladrões chegaram ao estabelecimento, na Rua Francisco Furtado, às 19h30, e exigiram o dinheiro do caixa. Quando a mãe do estudante disse que não tinha mais nada, os bandidos a ameaçaram. Nessa hora, Matheus se jogou na frente da mãe e foi baleado. Ele foi socorrido, mas morreu a caminho do Hospital Municipal Rocha Faria, em Campo Grande.

Segundo a Polícia Militar (PM) os criminosos fugiram depois de efetuar os disparos.

Equipes da Delegacia de Homicídios (DH) da Capital investigam o caso. Os técnicos fazem diligências em busca de testemunhas e imagens que possam ajudar na elucidação do caso.

O mercado não tinha câmeras de vigilância, e o circuito interno dos vizinhos estava desligado.

Jovem que matou ex-namorado durante sexo deixa prisão para se casar com detento; FOTOS

Vânia Basílio Rocha, de 21 anos, casou-se na tarde desta quarta-feira (16) em Vilhena (RO), a 700 quilômetros de Porto Velho. A jovem é condenada por matar o ex-namorado a facadas, durante o ato sexual, em dezembro de 2015. Já o marido dela cumpre pena por assalto. O casal recebeu autorização da Justiça para oficializar a união em um cartório da cidade.

Vânia chegou ao cartório escoltada por agentes do presídio feminino. Ela não usou um vestido branco e manteve o tradicional uniforme prisional para dizer “sim” ao noivo.

Já o noivo Luiz Fernando dos Santos, de 31 anos, estava acompanhado de militares do Corpo de Bombeiros, onde cumpre pena. A imprensa não foi autorizada a fazer registros dentro do cartório.

Casal Vânia e Luiz de mãos dadas em casamento — Foto: Rede Amazônica/Ricardo Araújo

Na cerimônia, Vânia e Luiz trocaram alianças e deram um beijo para selar a união estável.

Após o casamento, Vânia retornou para a unidade prisional e Luiz Fernando, para o batalhão. Segundo a direção do presídio feminino, como o casamento aconteceu após a prisão deles, é necessário autorização judicial para que haja visitas.

Atualmente, o casal não dispõe dessa autorização e vai continuar se relacionando por cartas. Os presos não recebem nenhum benefício em virtude do casamento.

Vânia Basílio chega para casamento em Vilhena — Foto: Rede Amazônica/Ricardo Araújo

Relacionamento

Luiz Fernando conheceu Vânia no presídio feminino, onde funciona também a instalação de tornozeleira eletrônica. Ele estava na unidade para fazer manutenção no dispositivo, quando a viu e se interessou por ela. Depois disso, ele enviou uma carta para um programa de rádio evangélico e ofereceu uma música à Vânia.

Após alguns dias, ela também enviou uma carta ao programa e ofereceu uma música a ele. Eles continuaram enviando cartas para o rádio e depois começaram a trocar correspondências diretamente, entregues por familiares ou amigos.

Vânia colocando aliança no noivo em Vilhena — Foto: Rede Amazônica/Ricardo Araújo

O noivado aconteceu no fim do ano passado, quando foram autorizados pela Justiça a se encontrarem no presídio feminino e conversaram pela primeira vez pessoalmente.

Penas

Vânia foi condenada a 8 anos e 4 meses de prisão e cumpre pena no regime fechado. A defesa dela pediu progressão para o regime semiaberto, mas o pedido foi negado em primeira e segunda instância.

Casamento de Vânia durou cerca de 15 minutos — Foto: Rede Amazônica/Ricardo Araújo

Segundo a direção do presídio feminino, Vânia continua com bom comportamento e trabalha e estuda dentro da unidade. A direção ainda ressaltou que a presa deve começar um tratamento psicológico nos próximos dias, custeado pela família, pois o tratamento prestado pelo estado já foi concedido.

O marido de Vânia foi condenado a 36 anos e 4 meses, por assalto. Conforme o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO), Luiz Fernando já cumpriu 13 anos e 10 meses de prisão e, atualmente, cumpre pena no regime fechado. Em virtude do bom comportamento, ele recebeu autorização para trabalhar no Corpo de Bombeiros.

Na corporação, ele exerce a função de cabeleireiro e também faz serviços gerais.

Crime de Vânia

Vania matou o ex a facadas durante o ato sexual, na casa dele, em dezembro de 2015. Na época, ela confessou o crime e disse: “queria matar alguém”. Antes do assassinato, a jovem chegou a escrever um post no Facebook, afirmando não ter sido uma má namorada.

Um laudo feito meses depois da prisão apontou que Vania é sociopata. No júri em que foi condenada, em setembro de 2016, a acusada fez cara de fúria ao ouvir a sentença. Em setembro de 2017, a jovem foi agredida por uma detenta e chegou a sair para registrar boletim de ocorrência.

Para ter uma arma em casa, o gasto mínimo é de R$ 3,7 mil

O cidadão que decidir adquirir um revólver ou pistola após a entrada em vigor das novas regras para a posse de armas desembolsará, no mínimo, cerca de R$ 3,7 mil para regularizar sua situação, cumprindo a todos os pré-requisitos exigidos por lei. O valor inclui a aquisição do armamento escolhido e a obtenção dos documentos necessários.
A Agência Brasil consultou a empresa brasileira Taurus sobre a sugestão de preço médio para a venda de armas de calibres permitidos (.38 / .380 / .22 / .36), mas como não obteve respostas até a publicação desta reportagem, consultou a sites de diferentes lojas que oferecem seus produtos na internet.
O revólver mais barato encontrado, um .38 de cinco tiros, custa a partir de R$ 3,1 mil. As mesmas lojas oferecem revólveres .22 a partir de R$ 4 mil. A pistola de mesmo calibre custa a partir de R$ 6 mil.
Um revólver .36 pode ser adquirido por R$ 4 mil e a pistola .380 a partir de R$ 5 mil. Conforme explicou, por telefone, o vendedor de um dos estabelecimentos, os preços são para a venda online, podendo variar na loja física.

Despesas

A aquisição de uma arma ainda envolve outros custos. É preciso, por exemplo, pagar R$ 88 para a Polícia Federal (PF) a fim de obter o registro necessário para manter o revólver em casa ou no local de trabalho. Com a publicação do Decreto nº 9.685, ontem (15), a validade do Certificado de Registro de Arma de Fogo aumentou de cinco anos para dez anos.
O decreto também estipula que, ao solicitar o registro, o interessado que vive ou trabalha em local com crianças, adolescentes ou pessoa com deficiência mental deve declarar possuir cofre ou local seguro com tranca para armazenar a arma.
Estatuto do Desarmamento, de 2003, prevê pena de detenção de até dois anos, além de multa, a quem permitir que crianças, adolescentes ou pessoas com deficiência mental apanhem a arma.

Avaliação

O candidato que comprar um revólver ou pistola também precisa se submeter a uma avaliação psicológica que confirme que ele está apto a possuir uma arma em casa ou local de trabalho. Para ser aceito, o laudo deve ser emitido por um profissional devidamente habilitado e credenciado pela Polícia Federal (PF).

A relação de psicólogos credenciados em todo o país está disponível no site da PF. O custo da avaliação, no entanto, é referenciado pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP). A tabela de honorários ainda disponível no site do conselho sugere os preços mínimo (R$ 280,87) e máximo (R$ 655,36).

A legislação estabelece a obrigatoriedade de o candidato comprovar capacidade técnica para manusear uma arma de fogo. A relação de instrutores de armamento e tiro credenciados também está disponível no site da PF, que afirma que o valor cobrado pela aplicação do teste não pode exceder R$ 80.

No entanto, dois instrutores ouvidos pela Agência Brasil explicaram que, a este valor, devem ser acrescidos os custos com a munição gasta e, se necessário, despesas com o aluguel de uma arma e do estande de tiros. Somadas, todas estas despesas podem variar entre R$ 240 e R$ 300, dependendo da localidade.

Os demais documentos exigidos, como as certidões negativas de antecedentes criminais e de que o interessado não está respondendo a inquérito policial ou a processo criminal, podem ser obtidas pela internet, sem custos, nos sites da Justiça Federal, Estadual, Militar e Eleitoral.

Fonte: Agência Brasil

Prefeitura de Conde anuncia concurso com 72 vagas

A prefeita de Conde, Márcia Lucena, anunciou, na manhã desta terça-feira (16), a realização de concurso para preencher vagas existentes na Secretaria de Educação, Esporte e Cultura e na Guarda Civil Municipal. Durante reunião com os vereadores que integram a base de sustentação na Câmara Municipal, a prefeita comunicou que a meta de realização indica a finalização do edital para o mês de fevereiro.

“Em fevereiro, a gente deve estar com o edital pronto. Se tudo ocorrer conforme o calendário programado pela Secretaria de Administração, em abril lançaremos o concurso após a finalização dos estudos de viabilidade econômica e financeira e comprovarmos que poderemos contratar as pessoas aprovadas sem risco de comprometer nossa programação de pagamentos de todos os compromissos da Gestão”, afirmou a prefeita.

Sobre o número de vagas a prefeita comentou que “até agora, a Secretaria de Educação identificou a necessidade de 52 contratações, e na Guarda Municipal foram  20, então teremos, no mínimo, 72 novas contratações pela Prefeitura”.

A prefeita disse também que “não será fácil viabilizarmos a expansão da equipe por causa da crise que continua, todo dia nos chegam notícias sobre verbas contingenciadas, programas do Governo Federal que não vão acontecer, sobre contenção de gastos em todos os níveis, mas temos a responsabilidade de fortalecer este ano tanto o trabalho positivo, reconhecido pela população,  que a Educação vem realizando como a Guarda Municipal”.

MaisPB

Após retornar de saída temporária, detento de SC é flagrado com 9 celulares e 52 objetos no estômago

Um detento da Colônia Agrícola Penal de Palhoça, na Grande Florianópolis, precisou passar por cirurgia após retornar de uma saída temporária após ser flagrado com 61 objetos dentro do estômago. O caso foi registrado na terça-feira (16).

Ao passar por um scanner de revista corporal, foram encontrados nove celulares e mais 52 objetos como cabo USB, isqueiro, drogas, entre outros.

De acordo com a Secretaria de Justiça e Cidadania, ao entrar na unidade, os agentes desconfiaram do comportamento do detento, que é portador de necessidades especiais e usa muletas. Quando ele foi submetido ao detector, o equipamento sinalizou a presença de metal.

Os agentes levaram o preso até o Complexo Penitenciário do Estado, em São Pedro de Alcântara, onde realizaram nova inspeção de imagens com o aparelho de scanner e detectaram os objetos metálicos no estômago.

O homem passou por cirurgia, e nesta quarta-feira (16) segue internado e passa bem. A secretaria informou que o preso vai responder criminalmente pelo caso.

G1

Dupla armada assalta posto de combustível na cidade de Guarabira

Dois homens armados e motorizados usando capacetes assaltaram o posto de combustível de seu Erivan, em Guarabira, Agreste paraibano. O assalto aconteceu na tarde desta quarta-feira (16), por volta dás 16h16.
Os assaltantes renderam os frentistas e levaram todo o dinheiro. A quantia levada pela dupla não foi revelada. Os criminosos fugiram, a dupla utilizava uma motocicleta Honda Broz de cor preta.
A Polícia teve acesso a imagens do circuito de segurança do posto e divulgou com o intuito de os assaltantes serem identificados. Confira abaixo vídeo.

Casos de dengue crescem 174% e zika vírus aumentam 163% em 2018 na Paraíba

O boletim da dengue, zika e chikungunya referente ao ano de 2018 foi divulgado nesta quarta-feira (16) e revelou o crescimento nas notificações de casos de dengue (174%) e do zika vírus (163,9%), enquanto os casos de chikungunya foram reduzidos (25,6%), em relação ao mesmo período de 2017.

Em 2018, de acordo com o boletim, foram notificados 12.251 casos suspeitos de dengue na Paraíba, sendo 1.366 descartados, o que representa um aumento de 174% das notificações na comparação com 2017. Com relação aos casos de chikungunya, foram notificados 1.386 casos, sendo 371 descartados. Em 2017, foram registrados, no mesmo período, 1.863 casos suspeitos, observando-se uma redução de 25,6% das notificações suspeitas quando comparado 2017 com 2018, no mesmo período. Já os casos de zika vírus cresceram 167,2% em 2018, com o registro de 652 casos suspeitos, sendo 268 descartados. Em 2017, no mesmo período, foram registrados 244 casos.

Óbitos – Até a 52ª Semana Epidemiológica de 2018, foram registradas 51 notificações com suspeita de causa de óbito de arboviroses, sendo três confirmados para chikungunya, 15 confirmados para dengue, três confirmados para zika, 11 em investigação e 18 descartados.

“Os óbitos suspeitos devem ser informados imediatamente, no período de 24 horas, conforme Portaria Nº 204 de 17 de fevereiro de 2016, a qual está presente na Portaria Consolidada Nº 04, de 28 de setembro de 2017. A suspeita deve ser investigada em nível domiciliar, ambulatorial e hospitalar, utilizando o Protocolo de Investigação de Óbito por Arbovírus Urbano no Brasil – Ministério da Saúde”, alertou a gerente executiva de Vigilância em Saúde, Talita Tavares.

Ações – A SES orienta que os municípios intensifiquem as ações, principalmente nesse período intermitente de chuvas e quando há necessidade de armazenar água. As ações devem ser integradas com os setores de Infraestrutura, Limpeza Urbana, Secretaria de Educação e Meio Ambiente, entre outros.

“Essa é uma maneira de sensibilizar a população, buscando diminuir a oferta de criadouros para o mosquito Aedes aegypti dentro e fora dos domicílios, e, assim, contribuindo para o controle da dengue, zika e chikungunya. Quando a informação adequada chega à população, todos participam de forma efetiva”, pontuou Talita Tavares.

Meu filho é fruto de estupro, diz mãe que queria vender o menino por 5 mil

Meu filho é fruto de estupro, diz mãe que queria vender o menino por 5 mil 
Mãe presa por tentar vender filho de 12 anos na BA disse que tinha raiva por menino ser fruto de estupro 

Suspeito de negociar compra do garoto foi preso no fim da manhã desta terça. Menino foi encontrado no terminal rodoviário do município de Santa Maria da Vitória. Meu filho é fruto de estupro. 

A mulher que foi presa por tentar vender o filho de 12 anos em Santa Maria da Vitória, no oeste da Bahia, revelou em depoimento à polícia que venderia o adolescente por raiva, porque o garoto é fruto de um estupro. 

O homem suspeito de negociar a compra do garoto, um idoso de 71 anos, foi preso no fim da manhã desta terça-feira (15), na cidade de Botuporã, no sudoeste baiano. Segundo a polícia, ele já tinha passagem por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo. 
De acordo com o delegado e coordenador regional da Polícia Civil, Alexandre Haas, que investiga o caso, Maria Roque Rocha disse também ser revoltada com a mãe dela. A polícia não tem informações sobre quem teria estuprado a mulher. 

Maria Roque Rocha mora em Botuporã e viajou na sexta-feira (11) para Santa Maria da Vitória, com o intuito de vender o filho. Ainda em depoimento, a mulher disse que a criança seria levada para uma outra família brasileira que está morando no Japão. 

Ela contou que, com a venda do menino, receberia R$ 5 mil na rodoviária e outros R$ 65 mil quando o garoto chegasse no país asiático. 

O delegado, entretanto, contestou a versão da mulher e afirmou que a história de que ele seria levado para o Japão foi um pretexto que o aliciador inventou para iludir o menino. O garoto é filho único e está na casa de um tio. Ele será acompanhando pelo Conselho Tutelar. 

Caso 

Maria Roque Rocha foi presa após confessar que venderia o filho de 12 anos para um homem, na rodoviária de Santa Maria da Vitória. O caso aconteceu na tarde de sexta-feira (11). Ela deixou o filho sozinho no local e foi embora 

A Polícia Civil informou que o menino foi encontrado chorando por policiais. Ele então falou o nome e o número de telefone da mãe para os investigadores do órgão, que tentaram o contato com a mulher, mas não conseguiram. 

A polícia começou as buscas para procurar Maria, após imagens da câmera de segurança da rodoviária serem coletadas. Ela então retornou os telefonemas da polícia, por volta das 17h30, afirmando que tinha sido sequestrada e que estava na rodoviária de Bom Jesus da Lapa. Maria foi presa no local. 

Segundo a polícia, Maria Rocha manteve a versão do sequestro inicialmente, mas depois confessou que entregaria o filho para um homem. 

Fonte: deolhonews.com.br

MAIS UM: Médico é suspeito de abusar de mulheres

Um cardiologista de Presidente Prudente (SP) é acusado de abusar de pelo menos 15 mulheres ao longo dos últimos dez anos. O suspeito, Augusto César Barreto Filho, de 74 anos, teve nesta segunda-feira, 14, a prisão preventiva requisitada pelo Ministério Público à Justiça. 

Ele foi denunciado pelo crime de violação sexual mediante fraude porque teria abusado das mulheres durante consultas médicas. De acordo com a denúncia, as investidas sexuais teriam ocorrido no consultório do cardiologista, na avenida Washington Luiz, área nobre da cidade. 

No local, segundo relatos apontados na investigação realizada pela Delegacia de Defesa da Mulher, ele tocava as partes íntimas das pacientes ao examiná-las. Algumas disseram que ele chegou a encostar nelas o órgão genital. 

O crime pelo qual o cardiologista é acusado prevê até 6 anos de reclusão – a pena pode ser aumentada em caso de agravantes. O Ministério Público alega que a prisão é necessária para evitar que novas mulheres sejam vítimas. “Há o risco de que ele continue com esses atos”, justifica o promotor Filipe Teixeira Antunes.

Defesa

A defesa do médico alega não ter sido informada ainda sobre o pedido de prisão. Ao ser chamado para prestar depoimento, Barreto Filho negou os crimes e disse que somente se pronunciará em juízo.

Terra

Bebê morre em hospital em Solânea e irmã acusa médico de ter forçado parto normal

Uma moradora do município de Solânea, no Agreste paraibano, publicou uma mensagem em rede social lamentando a morte da irmã, Maria Alícia. Valéria Silva conta que o médico forçou o parto normal, houve complicações e que foi necessário acionar uma médica e transferir a mãe dela para Guarabira, no Brejo paraibano. Lá, a mulher foi salva.

Valéria aponta que a mãe esteve por duas vezes dias antes no hospital, mas o médico sempre a encaminhava para casa e dizia que não era a hora do parto, mesmo com as queixas de dor. Valéria também diz que o parto deveria ter sido do tipo cesariana, mas que o médico assegurou ao padrasto dela e esposo da gestante que faria o parto normal.

Em resposta enviada ao ClickPB, a Secretaria de Estado da Saúde informou que “vai iniciar uma investigação para apurar o caso e as responsabilidades serão discutidas no conselho de ética da Secretaria.”

Veja o depoimento da irmã do bebê morto no parto.

Click PB

17 Mulheres alegam terem sido abusadas por cardiologista em Presidente Prudente

Vítimas procuraram a Polícia Civil e o Ministério Público para denunciar Augusto César Barretto Filho. Novos inquéritos serão abertos a partir dos relatos. 

Mais duas mulheres que alegam terem sido abusadas pelo médico cardiologista Augusto César Barretto Filho, em Presidente Prudente, procuraram a Polícia Civil e o Ministério Público Estadual (MPE) nesta terça-feira (15). No total, 17 mulheres já prestaram depoimento à Polícia Civil. 

O MPE apresentou à Justiça nesta segunda-feira (14) denúncia criminal contra o médico, de 74 anos, acusado de abusar sexualmente de mulheres pacientes em seu consultório, e pediu a decretação de sua prisão preventiva. 

Em entrevista exclusiva ao G1 na tarde desta terça-feira (15), a delegada da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) responsável pelo caso, Adriana Pavarina, informou que uma das novas vítimas compareceu à Polícia Civil, enquanto a outra foi até a Promotoria de Justiça, onde recebeu orientação de prestar a queixa na delegacia especializada. 

Conforme Adriana, a partir do relato de outras vítimas, a Polícia Civil irá instaurar novos inquéritos para apurar os fatos. 

Veja abaixo a entrevista com a delegada Adriana Pavarina: 

A investigação 

“O inquérito foi instaurado de ofício, por portaria, a partir do registro do Boletim de Ocorrência feito por uma das vítimas, em meados de julho de 2018. Iniciado esse inquérito policial, como nós da DDM já tínhamos conhecimento de outros Boletins de Ocorrência registrados no passado e inquéritos que tramitaram aqui nesta Delegacia de Defesa da Mulher em que ele [médico] foi investigado, nós, diante da presença de indícios de autoria, instauramos o inquérito policial e, para averiguar a existência de outras vítimas, requisitamos da operadora de plano de saúde em que essa vítima teve a consulta atendida por esse médico a relação de pacientes e, a partir daí, buscando novas provas e novas vítimas de forma aleatória e exemplificativa, notificamos todas as pacientes ou algumas delas e, ao longo do inquérito, foram localizadas diversas outras vítimas que confirmaram a prática de atos libidinosos semelhantes descrevendo o mesmo modus operandi utilizado pelo médico”. 

Abusos durante consultas 

“Normalmente, há descrição de diversas mulheres no sentido de que, durante a consulta, a pretexto de realizar um exame clínico, o médico aproveitava-se do momento de aferir a pressão arterial, de auscultar o coração, pra praticar atos libidinosos diversos da conjunção carnal, consistentes em com braço esticado para aferição da pressão arterial passar as mãos no pênis dele enquanto estava ereto, no momento de auscultar o coração, aproveitando-se desse momento para passar as mãos nos seios das vítimas, pernas, vaginas, descrevendo sempre a prática de atos libidinosos diversos da conjunção carnal. A partir daí, o médico foi indiciado e foi concluído o inquérito com fundados indícios de autoria e provas aí da materialidade delitiva do crime de posse sexual mediante fraude”. 

‘Essa quebra de confiança, juridicamente, se enquadra até na fraude que era por ele utilizada pra conseguir a prática dos atos libidinosos de forma dissimulada’ — Foto: Reprodução/TV Fronteira 

As vítimas 

“O inquérito teve início a partir do registro dessa vítima determinada. Ao longo do inquérito, foram ouvidas, ao menos, umas 15 vítimas descrevendo a mesma conduta do médico. Ocorre que esse crime de posse sexual mediante fraude, juridicamente, a ação penal se procede mediante representação. Então, para muitas dessas vítimas já havia transcorrido o prazo decadencial de seis meses contados da data do fato. Então, elas serviram no inquérito como testemunhas e não propriamente como vítimas, em razão do transcurso do prazo decadencial”. 

Quebra de confiança
“Nesses casos, inclusive, essa é a fraude utilizada pelo médico. A pretexto abusando da confiança da vítima, e a pretexto de realizar um exame clínico, ele usa isso como artifício para satisfazer sua própria lascívia praticando atos libidinosos diversos da conjunção carnal. Então, essa quebra de confiança, juridicamente, se enquadra até na fraude que era por ele utilizada pra conseguir a prática dos atos libidinosos de forma dissimulada. Isso exatamente configura o crime de posse sexual mediante fraude e, eventualmente, a depender da descrição dos atos libidinosos pode inclusive caracterizar o estupro de vulnerável, na medida em que a vítima, dependendo da circunstância, pode ter sido colocada em uma posição de vulnerabilidade naquela consulta médica”, pontuou a delegada ao G1. 

“Então, nós solicitamos que outras vítimas, de comportamentos semelhantes ou de outros comportamentos, denunciem à Delegacia da Mulher novos fatos ou fatos que ocorreram independentes do período, independentes das circunstâncias e do ano, para que a gente possa continuar as investigações no intuito de localizar outras vítimas e, quem sabe, buscar novos crimes ou a melhor adequação típica da conduta do médico”. 

Às escondidas 

“Esse médico já foi investigado em alguns outros procedimentos aqui na Delegacia da Mulher, mas na pesquisa dos antecedentes criminais ele não ostenta nenhuma condenação. A Polícia Civil conclui o trabalho investigativo e encaminha para o Judiciário. Então, o eventual arquivamento e absolvição desse médico somente serão obtidos no Judiciário. Mas, nesses inquéritos, as vítimas e o autor foram ouvidos e muitas vezes acabam ficando a palavra da vítima e a palavra do autor. Como isso ocorria às escondidas, dentro de um consultório médico, violando inclusive a confiança depositada no médico, ele não conta com testemunhas presenciais e os atos libidinosos que ele praticava não deixavam vestígios”, explicou a delegada ao G1. 

“Então, por si só, não acusam no exame de corpo de delito em que a vítima for submetida. Portanto, os elementos, muitas vezes, foram frágeis para conseguir uma condenação do médico. Por isso que, nesse inquérito, como a descrição dos atos libidinosos eram semelhantes aos do passado, assim como essas vítimas que foram notificadas para comparecer aqui na DDM, confirmaram e também descreveram o mesmo ato libidinoso, isso são elementos de informação e prova que robustecem a presença de indícios de autoria”, detalhou Adriana ao G1. 

“Então, agora, nós conseguimos amealhar diversas pessoas que descrevem a mesma conduta descrita pela vítima, que deu início a esta investigação. Logo, não é mais a palavra isolada da vítima e a palavra do investigado. Nós temos diversas outras mulheres descrevendo o comportamento semelhante e a prática do mesmo ato libidinoso. Então, com isso, nós julgamos presentes indícios suficientes de autoria, que ampararam o indiciamento do médico e a conclusão do inquérito policial”. 

‘Nós temos diversas outras mulheres descrevendo o comportamento semelhante e a prática do mesmo ato libidinoso’ — Foto: Reprodução/TV Fronteira 

Defesa 

O advogado Emerson Longhi, que atua na defesa do médico Augusto César Barretto Filho, informou à TV Fronteira que ficou sabendo da denúncia pela imprensa. 

Até o momento, o advogado disse não ter sido comunicado formalmente pela Justiça e, por isso, ainda não tomou conhecimento da denúncia para se posicionar sobre o caso. 

Longhi também informou à TV Fronteira que não vai se manifestar sobre o depoimento dado pelo médico à Polícia Civil no início de dezembro para não expor o acusado nem as supostas vítimas. 
G1 

João altera comandos de Batalhões da Polícia, Bombeiros e Delegacias

O governador João Azevêdo (PSB) alterou as estruturas das Polícias Civil e Militar, além do Corpo de Bombeiros. As mudanças foram publicadas na edição desta terça-feira (15) do Diário Oficial do Estado.

A partir de agora, o coronel Paulo Almeida será o coordenador geral do Estado Maior Estratégico, o coronel Valério comandará o Policiamento Regional da Polícia Militar, o coronel Sena ficará como subcomandante do Policiamento Regional da Polícia Militar, tenente-coronel Lucas será o comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar e ainda em João Pessoa, o tenente-coronel Marcos de Barros será responsável pelo 5º Batalhão da Polícia Militar.

Em Campina Grande, o tenente-coronel Damasceno irá comandar o 2º Batalhão da Polícia Militar e o tenente-coronel Francimar Vieira Linda foi nomeado para liderar o 10º Batalhão da Polícia Militar.

O major Carlos Magno Fonseca será o subcomandante do Batalhão do Bope, o major Melquiades Lima coordenará o setor de comunicação e marketing do órgão. Já o capitão Francisco de Assis ficará como comandante da Companhia Independente de Alhandra e o capitão Alírio Paz do Nascimento será o comandante do 15º Batalhão da Polícia Militar.

Na Polícia Civil, o gestor exonerou e nomeou delegados para novas funções. Dentre as alterações está a nomeação de Lucas Sá como delegado distrital. Ele respondia pela Delegacia de Defraudações e Falsificações, mas havia sido relocado pelo ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) para exercer o cargo de delegado ajunto de Roubos e Furtos de Veículos.

João Azevêdo também promoveu mudanças no Corpo de Bombeiros. Todas as alterações podem ser conferidas do Diário Oficial do Estado, confira.

Wallison Bezerra – MaisPB

Tambaú da Gente – 15 janeiro, 2019 – TV Tambaú

14 janeiro, 2019

Bolsonaro assina decreto que flexibiliza posse de armas

O presidente Jair Bolsonaro assina nesta terça-feira (15) , durante cerimônia no Palácio do Planalto, o decreto que flexibiliza a posse de armas, informou a Casa Civil. O texto regulamentará a posse de armas de fogo no país, uma das principais promessas de campanha do presidente da República.

O decreto refere-se exclusivamente à posse de armas. O porte de arma de fogo, ou seja, o direito de andar com a arma na rua ou no carro não será incluído no texto. A previsão é que seja facilitada a obtenção de licença para manter armas em casa. Os detalhes do decreto, entretanto, não foram divulgados pela Casa Civil.

A assinatura do decreto será logo depois da reunião ministerial, que o Bolsonaro passou a fazer todas as terça-feiras, às 9h no Planalto, desde que assumiu o poder em 1º de janeiro.

Opiniões

Na semana passada, o presidente se reuniu com parlamentares e conversou sobre a flexibilização da posse de armas. O deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF) afirmou que Bolsonaro pretendia tirar do delegado da Polícia Federal (PF) a decisão de conceder a licença apenas com base na justificativa do solicitante.

Segundo Fraga, estudos analisados pela Presidência da República incluíam a necessidade de justificar o pedido de posse de arma. A justificativa não poderá ser usada como fundamento para uma negativa. Outros requisitos serão exigidos, como a ausência de antecedentes criminais e a aprovação do requerente em teste psicológico.

De acordo com o parlamentar, o decreto deverá aumentar para 10 anos o prazo para renovação do registro de arma de fogo.

Datafolha: 84% dizem ser favoráveis à redução da maioridade penal de 18 para 16 anos

Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (14) pelo jornal “Folha de S. Paulo” aponta que 84% das pessoas que responderam à enquete são favoráveis à redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Segundo a pesquisa, 14% são contrários à alteração da lei, 2% são indiferentes ou não opinaram.

Segundo o jornal, a pesquisa foi feita entre 18 e 19 de dezembro de 2018 e ouviu 2.077 pessoas em 130 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

A alteração da idade mínima para que uma pessoa possa ser presa por um crime é alvo de projetos em tramitação no Congresso. Atualmente, infratores entre 12 e 18 anos vão para os sistemas de cumprimento de medida socioeducativa, geridos pelos governos estaduais.

Opinião sobre a redução da maioridade penal, segundo a pesquisa:

favoráveis: 84%

contrários: 14%

indiferentes: 2%

De acordo com a pesquisa, entre favoráveis à redução, 33% defendem que a medida deve valer somente para determinados crimes, enquanto 67% acham que ela deve ser aplicada a todos os tipos.

Os entrevistados na pesquisa apontaram a idade mínima de 15 anos, em média, para que uma pessoa possa ser presa por um crime. Para 45%, a faixa etária mínima deveria ser de 16 a 17 anos. Todos os recortes:

18 a 21 anos: 15%

16 a 17 anos: 45%

13 a 15 anos: 28%

12 anos: 9%

Opinião entre homens e mulheres:

mulheres: 17% não apoiam a redução

homens: 11% são contrários

Legislação

Tramitam em conjunto no Senado quatro propostas de emenda à Constituição (PEC) para a redução da maioridade penal. Em 2018, com o fim da legislatura, três delas foram arquivadas.

Um delas, que já havia passado pela Câmara, permanece em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado.

O texto prevê que adolescentes de 16 a 18 anos deixem de ser inimputáveis se cometerem homicídio doloso (quando há intenção de matar), lesão corporal seguida de morte e crimes hediondos (estupro, por exemplo), e que cumpram pena separados dos maiores de 18 anos.

G1