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Bolsonaro ressalta desejo de ter Moro como vice em 2022

Imagem: Marcos Corrêa/PR

 “Agora, tem de perguntar pro Moro se ele quer, ele agora sabe o que é política”, disse Bolsonaro.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, voltou a falar sobre seu desejo de ter o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, como vice nas eleições de 2022.

Em conversa jornalistas, no último sábado (21), Bolsonaro afirmou que Moro “está em adaptação” para virar político:

“Agora, tem de perguntar pro Moro se ele quer, ele agora sabe o que é política.”

O chefe do Executivo admitiu que, se for preciso, pode substituir o general Hamilton Mourão como candidato a vice:

“Se eu estiver bem, posso ser candidato à reeleição. Questão do vice é peça fundamental na campanha. Mourão está indo bem. Agora, vamos supor que eu esteja razoavelmente bem e tenha que trocar essa peça: já falei com Mourão sobre isso aí.”

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Pesquisa Ibope: 29% aprovam governo Bolsonaro, 31% consideram regular e 38% desaprovam

 

Segundo o Ibope, o governo Bolsonaro registrou queda em sua última pesquisa realizada neste ano. O levantamento foi encomendado pela CNI, e realizado entre os dias 5 a 8 de dezembro.

*A avaliação positiva (ótimo e bom) do governo era de 35% em abril, caiu para 32% e 31% em junho e em setembro, respectivamente, e agora está em 29%.

* A avaliação negativa (ruim e péssimo), por sua vez, subiu de 27% em abril para 32% em junho, em setembro chegou a 34% e agora alcançou 38%.

*Os que consideram o governo “regular” são 31% (eram 31% em abril e os mesmos 32% em junho e em setembro). Os que não sabem ou não quiseram responder somaram 3%.

A CNI/Ibope ouviu 2 mil pessoas em 127 municípios, entre 5 e 8 de dezembro. A Sondagem Especial, por sua vez, entrevistou 1.914 empresários de todo país entre os dias 2 e 10 deste mês. Em ambas, a margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e, a confiança, de 95%.

STF impõe derrota ao Planalto e suspende fim do DPVAT determinado por Bolsonaro

        Por 6 a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) impôs na noite da quinta-feira, 19, uma derrota ao Palácio do Planalto e suspendeu a medida provisória do governo Jair Bolsonaro que dava fim ao Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres, o DPVAT.

          O julgamento começou na última sexta-feira, 13, no plenário virtual do Supremo – uma ferramenta que permite realizar julgamentos online sem a presença física dos ministros – e foi concluído às 23h59 desta quinta-feira. Dentro do governo, a derrota no STF já era considerada certa.

Bolsonaro critica fundão eleitoral de R$ 2 bilhões

Imagem: Reprodução/Twitter

Em breve interação com apoiadores, Bolsonaro jogou para plateia: deve ou não vetar fundão?

O presidente da República, Jair Bolsonaro, criticou, nesta quarta-feira (18), o fundo eleitoral de R$ 2 bilhões aprovado pelo Congresso Nacional

Em conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, em Brasília, Bolsonaro perguntou aos presentes se deveria vetar ou sancionar o fundo. A resposta do povo foi pelo veto.

O chefe do Executivo reclamou:

“Vamos supor que seja aprovado, vamos só supor. O PT vai ganhar R$ 200 milhões pra fazer campanha ano que vem. O pessoal daquele PSL também, que mudou de lado, também vai pegar R$ 200 milhões. R$ 200 milhões para o PT e pro PSL pra fazer campanha.”

Bolsonaro também lembrou que, apesar de uma campanha com baixos investimentos, ele foi acusado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) de abuso econômico: 

“Olha, o fundão foi R$ 1,7 bilhão no ano passado. Meu partido, PSL, pegou R$ 10 milhões disso aí. Não usei nada. Fiz uma vaquinha e arrecadamos R$ 4 milhões, gastei R$ 2 milhões. E eu estou sendo acusado de abuso de poder econômico.”

RENOVA Mídia.

Bolsonaro cita PT e ‘pessoal do PSL’ e indica veto a fundo eleitoral aprovado no Congresso

O presidente Jair Bolsonaro criticou nesta quarta-feira (18) o valor do fundo eleitoral, aprovado um dia antes pelo Congresso em R$ 2 bilhões, e indicou que cogita vetá-lo -um eventual veto do presidente pode depois ser derrubado pelo Congresso.

Em frente ao Palácio do Alvorada, a residência oficial da Presidência, Bolsonaro perguntou a um grupo de apoiadores se deve sancionar ou vetar a iniciativa e disse que não ajudará quem “quer fazer material de campanha caro”.

“Vocês acham que tem de vetar ou sancionar os R$ 2 bilhões do fundo partidário?”, questionou o presidente, recebendo como resposta que deve vetar a medida.

Após deixar o PSL, Bolsonaro lançou oficialmente um novo partido, a Aliança pelo Brasil, em meio a incertezas sobre a viabilidade da legenda. Se não conseguir brechas na Justiça Eleitoral, a nova sigla pode disputar a eleição municipal de 2020 e chegar à corrida presidencial de 2022 sem recursos dos fundos partidário e eleitoral e sem tempo de rádio e TV.

Ainda não há clima nos tribunais superiores para mudar o entendimento atual de que fundo e tempo pertencem ao partido, e não ao deputado. Hoje, a distribuição do fundo partidário (que financia, com verbas públicas, o funcionamento das legendas) leva em conta os votos obtidos na última eleição para a Câmara, o que não garantiria esses recursos para a nova sigla de Bolsonaro.

No Orçamento de 2020, há dois instrumentos para abastecer o caixa de partidos políticos com recursos públicos: o fundo partidário, de aproximadamente R$ 1 bilhão, e o fundo eleitoral, criado para financiar as campanhas em ano de eleição.

Na declaração desta quarta-feira, Bolsonaro se referia ao fundo para bancar a campanha para novos prefeitos e vereadores no próximo ano, que foi alvo de embate nas últimas semanas entre o Palácio do Planalto e o Congresso.

O presidente ressaltou que, caso sancione o montante, tanto PT como PSL (antiga sigla de Bolsonaro) serão beneficiados. Os dois partidos são considerados por eles os principais adversários de seu governo. Por terem as maiores bancadas eleitas em 2018, têm direito a mais recursos do fundo.

“O PT vai ganhar R$ 200 milhões para fazer campanha no ano que vem. Aquele pessoal do PSL lá, que mudou de lado, também vai pegar R$ 200 milhões. Se quer fazer material de campanha caro, não vou ajudar esse cara, pronto”, disse.

O Congresso chegou a discutir a possibilidade de elevar o fundo eleitoral para R$ 3,8 bilhões em 2020. A diferença, que seria de R$ 1,8 bilhão, foi distribuída para ministérios, como Saúde e Educação, e investimentos.

Diante da repercussão negativa, líderes partidários decidiram manter o valor apresentado pelo governo para evitar um veto presidencial. A revisão no destino dos recursos públicos foi aprovada nesta terça-feira (17) e agora segue para a sanção presidencial.

Nas eleições de 2018, foi distribuído R$ 1,7 bilhão aos candidatos. Nesta quarta-feira (18), Bolsonaro terá audiência com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), no Palácio do Planalto.

Na votação do Orçamento, o partido Novo tentou reduzir o fundo eleitoral, que ficaria, portanto, abaixo do valor proposto pelo governo (R$ 2 bilhões).

Deputados do PSL ligados a Bolsonaro também patrocinaram a investida para desinchar o financiamento público de campanha em 2020.

“Bolsonaro votaria como eu, contra o fundo eleitoral, porque Bolsonaro se elegeu com praticamente nada”, discursou Bibo Nunes (PSL-RS).

A deputada Bia Kicis (PSL-DF) também defendeu que a votação sobre o futuro do fundo fosse separada da análise do projeto de Orçamento. A ideia era expor quais parlamentares eram a favor ou contra destinar R$ 2 bilhões para a campanha eleitoral.

A desidratação do fundo foi derrotada, na Câmara, por 242 votos a 167. Por isso, nem precisou ser analisada pelo Senado. O relator do Orçamento, deputado Domingos Neto (PSD-CE), e líderes partidários aceitaram a proposta do governo com a expectativa de que o presidente garantiria R$ 2 bilhões para irrigar as campanhas do próximo ano.

Caso Bolsonaro vete o fundo, os partidos podem ficar sem recursos públicos para a campanha municipal. Segundo técnicos do Congresso, cabe ao presidente decidir se toda ou nenhuma a verba aprovada no Orçamento será liberada. O veto, que depois pode ser derrubado pelo Congresso, geraria um desgaste ainda maior com líderes partidários.

Nesta quarta-feira (18), Bolsonaro também comentou sobre seu partido em formação, o Aliança pelo Brasil, e reconheceu dificuldades em viabilizar a sigla para a disputa eleitoral. “Pelo jeito, vai ter de recolher assinatura no braço. Se for no braço, vai ser difícil de fazer para março o partido. Muito difícil.”

PARA QUE SERVE O FUNDO ELEITORAL ​

O que é?

É uma verba pública que os partidos recebem em ano eleitoral para financiar campanhas. Passou a valer em 2018, quando distribuiu cerca de R$ 1,7 bilhão.

Ele é a única fonte de verba pública para as campanhas?

Não. Os partidos também podem usar recursos do fundo partidário (verba pública para subsidiar o funcionamento das legendas, distribuída mensalmente). Em 2018, foram repassados R$ 889 milhões. Neste ano, total gira em torno dos R$ 928 milhões.

Quais são as outras formas de financiamento possíveis?

Os candidatos podem recolher doações de pessoas físicas e podem financiar as próprias campanhas. O autofinanciamento é limitado a 10% do teto de gastos, que varia de acordo com o cargo disputado.

As doações empresariais são proibidas desde 2015.

Qual o valor previsto para o fundo eleitoral em 2020?

O valor final está sendo discutido na comissão do Congresso que debate o Orçamento de 2020. Relatório preliminar aprovado no dia 4 previa R$ 3,8 bilhões, mas, após pressões, a quantia final deve ser reduzida para R$ 2 bilhões.

Como é possível aumentar o valor do fundo eleitoral?

A Lei do Teto de Gastos limita o crescimento das despesas públicas. Segundo técnicos, cortes em outras áreas permitiram que os congressistas sugerissem o aumento do fundo eleitoral.

De quanto é o corte proposto?

São previstos cortes de R$ 1,7 bilhão no orçamento de mais de 15 ministérios. Do total, são R$ 500 milhões em saúde (dos quais R$ 70 milhões iriam para o Farmácia Popular, que oferece remédios gratuitos à população), R$ 380 milhões em infraestrutura e desenvolvimento (que inclui obras de saneamento e corte de R$ 70 milhões do Minha Casa Minha Vida) e R$ 280 milhões em educação.

Como o fundo é distribuído?

A distribuição do fundo público para campanha entre os partidos acontecerá da seguinte forma nas próximas eleições:

2% distribuídos igualmente entre todas as legendas registradas 35% consideram a votação de cada partido que teve ao menos um deputado eleito na última eleição para a Câmara 48% consideram o número de deputados eleitos por cada partido na última eleição, sem levar em conta mudanças ao longo da legislatura 15% consideram o número de senadores eleitos e os que estavam na metade do mandato no dia da última eleição Houve uma mudança recente da divisão do fundo. Antes, o que valia era o tamanho das bancadas na última sessão legislativa do ano anterior à eleição (o que contou em 2018 foi a bancada no fim de 2017). Agora, conta o resultado da eleição. (Via: Agência Brasil)

Blog: O Povo com a Notícia

‘Evidente que Bolsonaro não se preparou’, diz Witzel

Imagem: Pedro Ladeira/ Folhapress

“Evidente que o Bolsonaro não se preparou. Você não consegue conversar com ele sobre economia”, disse Witzel.

Wilson Witzel (PSC), governador do Rio de Janeiro, voltou a atacar o presidente da República, Jair Bolsonaro, nesta terça-feira (17).

Durante um encontro com a imprensa, na manhã de hoje, Witzel comparou Bolsonaro a líderes estrangeiros:

“Ele usa vocabulário típico de Fujimori, Erdogan e Fujimori. Típico de quem não respeita diversidade de opiniões.”

Questionado pelos jornalistas se estava decepcionado com o governo Bolsonaro, Witzel respondeu:

“Só eu? É só olhar os índices de reprovação. Evidente que o Bolsonaro não se preparou. Você não consegue conversar com ele sobre economia. É uma pauta muito mais ideológica do que concreta.”

De acordo com O Antagonista, Witzel também ressaltou que Bolsonaro pode ser acusado de crime de responsabilidade:

“Bolsonaro precisa tomar suas decisões sob o ponto de vista legal, do contrário pode haver consequências como improbidade administrativa e crime de responsabilidade.”

RENOVA Mídia.

Amiga da família Bolsonaro alvo de ataque homofóbico no Rio

Imagem: Reprodução/TwitterApós ser alvo de um ataque homofóbico, a youtuber e ativista se recupera da violência em casa.

A mineira Karol Eller, 32 anos, foi alvo de um ataque homofóbico no último domingo, 15 de dezembro, em uma praia do Rio de Janeiro.

A informação foi publicada originalmente pelo colunista Leo Dias, no Jornal de Brasília.

Apoiadora de longa data da família do presidente da República, Jair Bolsonaro, Karol foi nomeada recentemente na Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Segundo as informações do colunista, Karol estava em um quiosque com a namorada quando um homem lhe provocou, perguntando como é que ela conseguia namorar um “mulherão” daqueles.

Momentos depois, Karol ficou desacordada após ser agredida com socos e pontapés pelo agressor. Leo Dias publicou com exclusividade fotos do rosto da ativista, que ficou deformado.

Na manhã desta terça-feira (17), após o caso viralizar nas redes sociais, Karol publicou uma foto antiga no Instagram, afirmando que “está sem condições de falar ou fazer vídeos explicando [o que ocorreu]”.

“Quando eu estiver bem, volto pra falar com vocês. Obrigada a todos pelo suporte. Orem por mim”, concluiu.

RENOVA Mídia.

Governo busca quebrar monopólios, diz Bolsonaro

Imagem: Antonio Cruz/Agência Brasil

“Estamos fazendo o possível para baratear o preço do combustível”, disse Bolsonaro.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, reconheceu, nesta segunda-feira (16), que o preço do combustível está alto no Brasil.

Após encontro com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, Bolsonaro declarou:

“Estamos fazendo o possível para baratear o preço do combustível. Reconhecemos que está alto no Brasil.”

O chefe do Executivo afirmou ainda que o governo está tentando reagir ao “quebrar monopólios”:

“[O preço] fica alto por causa de quê? Impostos estaduais, ICMS basicamente. E depois o monopólio ainda (que) existe na questão de distribuição e nós estamos buscando quebrar esse monopólio para diminuir o preço. Só com a concorrência ele pode diminuir.”

Bolsonaro acrescentou que o governo avalia formas de empresas e usinas que produzam etanol venderem diretamente ao posto de gasolina:

“Tem caminhões de transporte de etanol que andam 400 quilômetros para entregar o etanol a um quilômetro da usina. Isso é um absurdo. Tem gente que é contra isso daí porque há interesse econômico e de grupos aqui no Brasil. Não é fácil buscar uma solução para tudo, mas estamos fazendo o possível.”

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Denúncia aponta que Witzel atua para incriminar Bolsonaro

Imagem: Mauro Pimentel / AFP

Planalto está estudando como proceder para acionar as autoridades competentes. A guerra entre Bolsonaro e Witzel deve se agravar.

O Palácio do Planalto recebeu, nesta sexta-feira (13), uma denúncia anônima que revelaria movimentos de Wilson Witzel, governador do Rio de Janeiro, para manipular investigações da Polícia Federal (PF) de modo a conectar a família do presidente da República, Jair Bolsonaro, ao caso Marielle Franco.

De acordo com o Planalto, as informações chegaram a Bolsonaro por meio de grupos de mensagens de aliados do governo, informa a revista Veja.

“O governador do Estado do Rio está com uma trama ardilosa em vincular ao presidente Bolsonaro e seu filho Flávio com a milícia. A trama está em execução”, diz a denúncia.

“Eles estão pagando caro aos milicianos […] para fazerem falsas acusações e falsas gravações […] que o Sr. Presidente Jair Bolsonaro e seu filho […] estão envolvidos na execução da vereadora Marielle”, acrescenta a denúncia.

RENOVA Mídia.

Bolsonaro diz que incluirá policiais em indulto natalino

Imagem: Antonio Cruz/Agência Brasil

O indulto natalino dá o perdão da pena a pessoas condenadas que se enquadrarem nos critérios estabelecidos.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou, neste sábado (14), que pretende incluir policiais condenados como beneficiários do indulto natalino que deve ser publicado no fim do ano. 

Ao deixar o Palácio da Alvorada, em Brasília, Bolsonaro declarou:

“O indulto não é para determinadas pessoas, mas sim pelo tipo de crime pelo qual ela foi condenada. Vai ter policial, sim. Civil e militar, tudo lá.”

E, segundo o jornal Estadão, acrescentou:

“Não é justo. Tem policial que está preso por abuso porque deu dois tiros em um vagabundo de madrugada. Estava cumprindo sua missão. Não podemos continuar criminalizando policiais que fazem excelente trabalho.”

O chefe do Executivo disse ainda que se o indulto não incluir os policiais ele poderá não assinar a medida: 

“Ou tem indulto para todo mundo ou não tem para ninguém. Quem assina sou eu.”

Bolsonaro volta a defender indulto natalino a policiais: ‘vai ter todo mundo lá’

O presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer hoje (14) que pretende incluir policiais condenados no benefício do indulto natalino, que ele deve assinar até o final deste ano.

“O indulto lá não é para determinada pessoa, é por aquilo que foi condenado no passado. Vai ter policial sim, vai ter civil, vai ter todo mundo lá. Agora, sempre esqueceram dos policiais, não é justo isso daí”, disse o presidente na saída do Palácio da Alvorada. Segundo ele, há um processo de “criminalização” de policiais no país.

“Não podemos continuar, cada vez mais, criminalizando os policiais no Brasil. Eles fazem como regra, um excelente trabalho, e tem que ser reconhecido. Ou tem indulto para todo tipo de gente ou não tem pra ninguém. Sou eu que assino”, reafirmou.
Segundo reportagem do jornal O Estado de São Paulo, o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), vinculado ao Ministério da Justiça, elaborou proposta para o indulto natalino deste ano sem incluir o perdão da pena a policiais presos. A proposta do conselho beneficia apenas presos em condições graves de saúde e seguirá na semana que vem para o Palácio do Planalto, que poderá modificá-la.
O indulto permite a concessão de benefícios como a redução ou o perdão da pena de condenados que atendam a alguns critérios, como o cumprimento de parte da pena. O benefício do perdão de pena, no entanto, não pode ser concedido para condenados por crimes hediondos.

Pacote anticrime

O presidente também disse a jornalistas que conversou rapidamente com o ministro Sergio Moro sobre possíveis vetos ao projeto de lei anticrime, aprovado na semana passada pelo Congresso Nacional.
“Aquela questão de triplicar pena para calúnia, difamação e injúria [em redes sociais] veio lá do Parlamento, minha tendência é vetar isso daí”, disse.
O presidente passa o fim de semana em Brasília, sem compromissos oficiais previstos. No início da tarde deste sábado, ele deixou o Palácio da Alvorada, residência oficial, e se deslocou a um endereço no Setor de Mansões Park Way, região sul de Brasília, para uma festa de confraternização promovida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli.
Agência Brasil

1º ano de Bolsonaro é melhor que de Lula, Dilma e FHC, diz XP

Uma pesquisa divulgada pela XP Investimentos, nesta sexta-feira (13), mostra que 43% dos brasileiros consideram o primeiro ano de mandato do presidente Jair Bolsonaro melhor que o do ex-presidente Lula. Na comparação com a gestão de Dilma Rousseff, o percentual a favor de Bolsonaro é de 48% e com Fernando Henrique Cardoso, 45%. Pelo levantamento, no entanto, 39% dos entrevistados acham o atual governo ruim ou péssimo. Já 35% disseram considerar a gestão ótima ou boa e outros 25% avaliam como regular. Ao todo, a XP Investimentos ouviu mil pessoas entre os dias 9 e 11 de dezembro. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais. (Gazeta do Povo)

Mais brasileiros acham Bolsonaro melhor que FHC, Lula e Dilma, diz pesquisa

O governo do presidente Jair Bolsonaro é mais bem avaliado que os o dos ex-chefes do Executivo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Lula (PT), Dilma (PT) e Michel Temer (MDB). Essa é uma das conclusões de pesquisa realizada pela XP Investimentos e pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), que entrevistou 1.000 pessoas, por telefone, de 9 a 11 de dezembro de 2019. A margem de erro do estudo é de 3,2 pontos percentuais.

Eis a íntegra da pesquisa.

Na comparação com governos passados:

45% – acham Bolsonaro melhor que Fernando Henrique Cardoso;

43% – acham Bolsonaro melhor que Lula;

48% – acham Bolsonaro melhor que Dilma;

45% – acham Bolsonaro melhor que Temer.

O levantamento também aponta que 32% da população afirma que Lula é o maior responsável pela situação econômica atual. Eis outros números:

17% – acham que Dilma é a maior responsável;

10% – acham que Temer é o maior responsável;

13% – culpam fatores externos.

O percentual que aponta o governo de Jair Bolsonaro como maior responsável oscilou de 12%, em novembro, para 15% em dezembro.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, é a figura do governo mais bem avaliada pela população – à frente inclusive do próprio presidente. Ele recebeu nota média de 6,2 – seguido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes (5,5), e por Bolsonaro (5,4).

O levantamento indica que a nota média dos 3 oscilou negativamente de janeiro a dezembro.

Moro perdeu 0,9 ponto;

Guedes, 0,6 ponto;

Bolsonaro, 1,3 ponto.

A autoridade com a pior avaliação do governo é o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. É reprovado por 36% dos entrevistados.

Avaliação do Congresso

A pesquisa também indica que a avaliação dos congressistas é negativa, mas registra índices melhores do que os da legislatura anterior. Em dezembro, 44% diziam que o desempenho do Legislativo é ruim ou péssimo. Outros 13% veem a atuação como boa ou ótima. Em dezembro de 2018, esses números eram de 63% e 6%, respectivamente.

Blog: O Povo com a Notícia

Bolsonaro sanciona lei que eleva limite para saque do FGTS

Foto: Jose Cruz/Agência Brasil

Com vetos, o chefe do Executivo sancionou a nova lei do FGTS. Limite do saque imediato passa a ser R$ 998.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, elevou o limite do saque imediato do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de R$ 500 para R$ 998.

O aumento foi oficializado com a sanção, com vetos, nesta quinta-feira (12), em Medida Provisória (MP) assinada por Bolsonaro que fixa novas as regras do FGTS. 

A medida provisória foi aprovada pelo Senado em novembro. Com a sanção presidencial, a medida é convertida em lei.

Todo trabalhador que tiver saldo de até esse valor na conta vinculada ao fundo de garantida tem direito a sacar os R$ 998. 

Para o trabalhador com mais de R$ 998 na conta, o limite de saque por conta segue sendo de R$ 500, informa o portal G1.

RENOVA Mídia.