
Foi uma semana muito gostosa, repleta de cenas marcantes. Algumas delas são cenas marcantes mas que não fazem lá grande diferença na trama geral, como os bons momentos que surgiram entre as crianças no Vilarejo por causa do casamento de Pedro e Helena. Outras foram muito emocionantes e são importantíssimas, como todo o desenvolvimento da doença de Neuza, e a consequente preocupação de Omar, que continua o seu processo de regeneração (não no sentido de Doctor Who). De todo modo, acho que foi uma semana significativa porque eu já começo a ficar com um quê de saudade, em pensar que em menos de dois meses a novela deve chegar ao fim. Mas também é muito bom ver tudo se desenvolvendo tão bem e saber que eles têm, tranquilamente, história para preencher dois meses muito bons para terminar a novela. Embora algumas coisas grandes ainda estejam para acontecer e eu fique temendo o tamanho do desenvolvimento que será dado a isso se nós temos tão pouco tempo pela frente…
Como o pai das garotas? Ele vai voltar nessa versão mesmo, não vai?
Enfim.

Vamos falar do casamento. Quando o dia finalmente chegou (e até que andou depressa!) eu fiquei super contente – e as pessoas, todas, estavam MUITO LINDAS. A Larissa Manoela estava fantástica tanto como Manuela assim como Isabela, mas a Manu estava ainda mais bonita… aquele cabelo dela! Enquanto as garotas se arrumavam (todas de branco, Dóris com os brincos da Helena), Téo e Pedro tinham uma bonita cena entre irmãos, daquelas que a gente adora. Em outro lugar, Mateus se perguntava se a Sabrina ainda estava muito brava com ele e se apareceria no casamento, mandando recado pelo Tuntum. Bem, parece que o meio de comunicação pegou. A cerimônia foi lindíssima, a Manu e a Isa jogando as pétalas de flor, eu me emocionei! E a festa que se seguiu guardava muitas cenas de bom gosto entre os personagens que tanto adoramos, e começa com chegadas. Tipo os irmãos Vaz chegando, mas melhor que isso…Sabrina chegando. A carinha do Mateus e o sorrisinho dela para ele… impagáveis.
“Você tá muito linda!”

As crianças foram a grande estrela do casamento – não é de se espantar. Então tivemos cenas fofas, como os pares dançando. Sabrina e Mateus. Manu e Joaquim (rolou o primeiro beijo!). Mas o Téo chamando a Isa para dançar… FOFOS. Depois o Felipe dançou com a Isa (a cena foi fofa!), o Téo com a Júlia, e aManuela e Seus Amigos cantou no coreto, com suas roupinhas de festa, inclusive os noivos… foi lindo. E ainda tivemos uma espiada na Isabela olhando toda babona para o Téo! Bem, ela até fica de mau-humor depois disso, reclamando que o Téo é lento e às vezes não parece que gosta dela desse jeito. Uma fofinha apaixonada. Quer dizer, acho que ela está incomodada que a Manu (a Manu!) tem um namorado antes dela. Faz sentido. Eu fiquei muito contente, no entanto, pelas cenas cheias de leveza e diversão que aconteceram na festa do casamento no Vilarejo, sabendo que a Isabela está tendo alguns dos melhores momentos de sua vida. sorrindo no casamento. Se divertindo à noite com as meninas, ou na manhã seguinte…
Bem, mas vamos falar daquela noite.
TINHA QUE TER FESTA DO PIJAMA!

E foi um máximo. Começa com a noite só de meninas no quarto das gêmeas. Foi maravilhoso. Extremamente leve e divertido, as cenas fluíram… elas comeram brigadeiro, fofocaram, falaram de namoro. Manu, Isa, Sabrina, Júlia e Dóris. E então elas começam a sonhar, imaginando como seria uma banda só de meninas, estilo Fifth Harmony… uma pena que elas tenham dublado uma versão de Superstar só da Larissa Manoela. Poderiam ter feito uma música mais para todo mundo. Mesmo assim, foram momentos de muita química e muita diversão. Cantaram em cima das camas, com a mão, colher de brigadeiro ou o telefone como microfone. E se divertiram de verdade. Teve até guerra de travesseiros. E eu sempre adorava a Isabela sorrindo. [Pausa para Rebeca cantar a única música que sabe, lamento. Afinal a Rosa tinha muitas músicas] E, por fim, tivemos a Dóris sem sono, o que pede história de terror, mais ou menos. O que tivemos foi a história da Cuca, tudo para assustar a Dóris e mandá-la depressa para a cama.
Funcionou.
Mas assustou de verdade… quer dizer, os meninos resolveram assustar as garotas. Quer dizer, também tivemos uma noite dos meninos (Téo, Mateus, Joaquim e Felipe) na casa do Téo, primeiro jogando Perfil (embora eles não saibam jogar Perfil, sério!), e depois saindo para assustar as meninas. Tava esperando uma cena meio Like Me, de Teen Beach Movieque, por sua vez, é baseada em Grease… mas como já tivemos Pra Ver Se Cola… enfim. Foi legal ver os 9 (wow!) no café da manhã na casa dos Agnes, onde surgiu uma tensão desnecessária que me irritou profundamente. É um ego e um egoísmo muito grande do Joaquim babacão achando que a Manu tem que voltar para a C1R e pronto, sentindo-se o superior. A postura deles de colocaram a C1R como mais importante que a Manuela e Seus Amigos me incomodou. Felizmente a Manu os colocou nos seus lugares. Disse que já tem uma banda, que não dá para abandonar seus amigos do Vilarejo, e ela mora lá e se sente mais à vontade cantando aquelas músicas.
Ufa.
“Não. Eu já estou decidida. Fico com a Manuela e Seus Amigos”
Porque não dá para menosprezar os amigos dela! E a banda dela! Amei que ela tenha dito isso e mantido a posição tão firmemente. “Eu adoraria mesmo ajudar a C1R, mas eu preciso dar atenção à minha banda de verdade”. Manu ainda deu apoio à irmã dizendo que eles tem a Isa e ela pode cantar sozinha…bem, para isso ela ainda precisa ensaiar mais. Mas é legal que agora a próxima professora de Isabela vá ser a própria Manuela – mais cenas divertidas que, acredito, vão culminar em Isabela cantando tão bem quanto a irmã. E então as duas bandas podem sobreviver. Três, na verdade, afinal Os Insanos nasceu oficialmente. Já tem nome e tudo. E eu adorei eles cantando Envelheço na Cidade, adoro aquela música! Safira continuou perfeitamente firme com Priscila em relação à sua escolha pessoal de deixar a Cúmplices de um Resgate e se juntar à outra banda… e a Priscila foi muito cruel deixando a Chloé para fora naquela chuva, mas então aquele pesadelo (divertidíssimo!) dela a fez lidar com a culpa.
E contar toda a verdade.
Ainda bem que Paola não está ali para julgar ninguém.
Um dos destaques da semana, e não é novidade, foi o Omar. Me dá arrepios toda vez que a Neuza passa mal e ele se lembra de seu desespero – afinal de contas ele está assustado. E ele está aprendendo a amar a mãe, então ele não quer que nada de ruim lhe aconteça, não agora. Então quando ele pede ajuda ao Vicente e eles levam ela ao hospital vem a revelação: câncer. E é deprimente! Mas pelo menos é fofo ver o Omar lentamente mudando. Como quando ele conversa com o André: “Desculpa por tudo o que eu fiz pra você”. Foi uma cena linda, com o Omar triste e preocupado, o André tentando dar força para ele… parece que uma amizade muito bonita está começando a se formar ali e isso me deixa contente! E quando o Omar passa a noite toda ao lado da mãe no hospital? “Olha, eu prometo que eu vou cuidar da senhora, tá?” Os olhos vermelhos e marejados dele, eu senti por ele. E eu acho que, então, eu posso elogiar a atuação, por fazer com que eu me importe com o Omar pouco depois de detestá-lo tanto.
Claro que ele ainda tem um caminho pela frente, mas ele deu os primeiros passos. Quando Júlia e Felipe vão pedir desculpas pra ele, por exemplo, ele ainda age mais ou menos como o velho Omar. Também quando ele vai tirar satisfações com o André por ter contado:“Eu não preciso da pena de ninguém! De ninguém!”, mas eu acho que é tudo muito real. Ele está com raiva, não do André, mas de toda a situação, da doença da mãe, pela perspectiva de perdê-la agora que eles estão se dando bem. Mas embora ainda tenha toda uma trajetória, acho que ele está fazendo um bom caminho. Eu achei fofo o quanto ele cuidou da mãe, e dava para sentir a preocupação e o amor… pelo menos ela vai ficar feliz, por se sentir amada pelo filho. E falando em família, as cenas do Vicente com a Lola são sempre FENOMENAIS, não? Ela dando as dicas para ele de como fazer as coisas na casa… ela fofa, ele um pai fofo, muito amor entre aqueles dois! Ela o ajudando, os sorrisos, a diversão…
Ela ficaria feliz com aquele tempo com o pai em casa.
Mas Vicente já conseguiu o emprego de volta na gravadora.

Falando em emprego, quem precisa fazer alguma coisa é o Fred. Quer dizer, ele começou a semana hilário enchendo a cara de croassant (“Garçom! Me traz um refrigerante que esse suco aqui não tá gordo o suficiente para a minha depressão!”), mas agora ele já está começando a matar as charadas… vai dar tudo certo. E a Rebeca não gostou nem um pouco de saber que o Fred tinha sido demitido (isso lá no meio da festa de casamento do Pedro e da Helena, porque a Lurdinha tem aquela boca grande dela), mas as confusões entre ela e o Otávio foram bem menores do que eu esperava. Uma pena, no entanto, que ela tenha “virado amiga” de Paola, como se não pudesse sentir que tinha nada errado. Quer dizer, ela sentiu uma vibe ruim da Regina desde o começo, então cadê a coerência? De todo modo, Rebeca e Otávio, finalmente, vão falar de casamento… pelo menos agora ela está de fato pensando nisso, então vai acontecer daqui até o fim da novela. Pode ser o momento do Maurício voltar, para causar aquela confusão de fim de novela.
Vamos ver.

Sobre o sonho do Téo no capítulo 305: eu sofri bastante. E a cena me deixou bastante dividido, para falar a verdade. Eu acho que quando o Téo sonha que está enxergando, nós temos uma cena repleta de emoção e muita beleza, mas ao mesmo tempo eu questiono qual o tipo de mensagem que, ao acordar chorando de desespero, o Téo está passando. Ele sempre esteve muito à vontade com a questão de ser cego, nunca se incomodou com isso, sempre foi uma fortaleza e um exemplo, que eu acredito que é uma imagem forte que serve como exemplo para todo mundo passando por alguma situação semelhante. Acho que o Téo representa isso, e embora tenha sido muito bonito vê-lo enxergando e vendo a Isabela, eu não sei o que pensar quando ele acorda chorando. É desesperador. Não vou reclamar porque é verdade que o Ramonzinho voltou a enxergar na nossa versão também, mas aquela cena foi incrivelmente desesperadora, e me preocupa o tipo de mensagem que ela vai passar. Mas tudo faz sentido, a falta de dinheiro para procurar um médico no Vilarejo (sei que não é fácil, minha