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Senador paraibano assume liderança de bloco suprapartidário

Foto: Ascom

O senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB/PB) foi escolhido nesta terça-feira (5) para ser o líder do bloco PSB-PDT-PPS-REDE, chamado ‘Senado Independente’.

O bloco é formado por dez senadores e três senadoras que compõem os quatro partidos e manterá uma postura de oposição ao governo federal, de forma responsável, ao analisar as proposituras no Senado Federal.

“Isso nos gratifica, porque demonstra confiança, dentro de uma relação de convivência; além da harmonia, que é fundamental quando você se propõe a liderar um bloco partidário. Então, agradecidos estamos, com o sentimento de trabalho contínuo e com responsabilidades ainda maiores”, comentou Veneziano, após a escolha.

Os senadores que compõem o bloco são:

1) PSB: Jorge Kajuru (GO); Leila Barros (DF); Veneziano Vital do Rêgo (PB)

2) PDT: Acir Gurgacz (RO); Cid Gomes (CE); Kátia Abreu (TO); Weverton Rocha (MA)

3) PPS: Alessandro Vieira (SE); Eliziane Gama (MA); Marcos do Val (ES)

4) REDE: Fabiano Contarato (ES); Flávio Arns (PR); Randolfe Rodrigues (AP).

Presidente ignora formação de CPI da Cruz Vermelha na ALPB

Foto: Paraibaonline

Em entrevista à imprensa nesta terça-feira (05), o presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (PSB), disse que desconhece a formação do pedido de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Casa para investigar o desvio de recursos do setor de Saúde do Estado em contratos feitos com a Cruz Vermelha.

Contudo, Galdino frisou que já ouviu um “zum-zum” sobre o assunto na Casa, mas nada chegou oficialmente ao seu conhecimento, até porque o Parlamento entrou novamente em recesso para fazer as adaptações de acessibilidade solicitada pela deputada Cida Ramos (PSB).

“Existe um ensaio e uma possibilidade, mas até agora não chegou nada. A Assembleia está em recesso e o Setor de Protocolo só será reaberto no dia 19. De qualquer forma, estamos tranquilos e isso faz parte do Parlamento. Nós iremos dialogar e depois tomar a nossa posição”, destacou.

Vaga na Mesa Diretora da Câmara de Campina segue indefinida

Foto: Ascom [arquivo]

Com a renúncia do vereador Sargento Neto (PRTB) ao cargo de 3º secretário, segue indefinido quem assumirá o posto na Mesa Diretora da Câmara de Campina Grande, no Agreste paraibano.

Em sessão nesta quarta-feira (6), os vereadores deverão se debruçar sobre o tema para decidir se haverá a necessidade de uma nova eleição para suprir a vaga existente na Mesa Diretora.

A informação foi repassada pela assessoria de comunicação da Casa.

Sargento Neto assinou a carta renúncia nesta terça-feira (5). O fato, ocorrido durante a solenidade de reabertura dos trabalhos legislativos, é um protesto ao que ele considera uma falta de funcionalidade do cargo.

A reclamação se deve à ausência de decisão por parte dos membros da Mesa Diretora com relação ao setor financeiro da Casa, funcionalidade de exercício da presidência.

Com um tom mais incisivo, ele afirmou que na Casa de Félix Araújo apenas uma pessoa decide, referindo-se a um suposto centralismo exercido pela presidente Ivonete Ludgério (PSD).

Ainda nesta terça-feira (5), o vereador também apresentou uma Emenda ao Regimento Interno da Câmara.

O objetivo é compartilhar os poderes da presidência atribuindo mais responsabilidades à Mesa Diretora.

Juntos a Sargento Neto, pela manhã, também não tomaram posse na Mesa Diretora o primeiro e o segundo secretário, Márcio Melo (PSDC) e Saulo Germano (PMN).

No entanto, em contato com oPARAIBAONLINE, o vereador Márcio Melo revelou já ter tomado posse do cargo, afirmando a superação do impasse.

“O bom senso prevaleceu”, ressaltou.

Já o vereador Saulo Germano ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Presidente da CMCG rebate vereadores: “Sou a pessoa que mais gosta de dialogar”

A presidente da Câmara Municipal de Campina Grande, Ivonete Ludgério (PSD), afirmou que nunca houve tanta transparência na casa como existe em sua gestão e citou que é uma pessoa aberta ao diálogo, que gosta de ouvir a mesa diretora e os demais vereadores antes de tomar decisões. Ela destacou que se houver divisão de poderes da Câmara, todos os aspectos e exigências da presidência devem ser igualmente separados.

– Em nenhuma gestão teve tanta transparência como a gestão de Ivonete Ludgério. Essa questão não me atinge. Essa questão de diálogo, eu sou a pessoa que mais gosta de dialogar – disse.

As informações foram veiculadas na Rádio Panorâmica FM

Gal Costa se apresenta no Teatro Pedra do Reino com canções inéditas

Foto: Divulgação

A cantora Gal Costa irá se apresentar aqui em João Pessoa neste sábado (09) no teatro Pedra do Reino e cantará as músicas do seu recém lançado disco ‘A Pele do Futuro’.

A cantora está em turnê para a divulgação de sua obra e João Pessoa será uma das cidades privilegiadas em receber uma das mais renomadas artistas brasileira.

Venha conferir maiores detalhes sobre o show AQUI

Ex-presidente da OAS declara que pagou propina a irmão do presidente do Supremo

WÁLTER NUNES

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, preso em Curitiba pela Operação Lava Jato, disse em delação premiada que pagou propina e também repassou dinheiro em caixa dois de campanha para José Ticiano Dias Toffoli, ex-prefeito de Marília (interior de SP) pelo PT.

Ticiano é irmão do ministro José Antonio Dias Toffoli, atual presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), que não é citado por Léo Pinheiro no termo da delação a que a reportagem teve acesso.

Além de Ticiano Toffoli, o empreiteiro disse que o sucessor dele na Prefeitura de Marília, o atual deputado estadual paulista eleito Vinicius Camarinha (PSB), também exigiu propina para a OAS e passou a receber as vantagens indevidas assim que assumiu o cargo.

Léo Pinheiro assinou acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República em janeiro deste ano. O documento agora precisa ser homologado pelo ministro Edson Fachin, responsável pela Lava Jato no Supremo Tribunal Federal.

O empreiteiro disse aos procuradores que em 2011 conheceu Ticiano Toffoli num jantar, em Brasília, junto com o então presidente do DAEM (Departamento de Água e Esgoto de Marília), Antonio Carlos Guilherme de Souza Vieira, conhecido como Sojinha.

Mais tarde, segundo ele, os dois lhe contaram sobre uma obra parada no setor de saneamento e que eles queriam que fosse assumida pela empreiteira baiana.

Léo Pinheiro afirmou que dias após este primeiro contato, no segundo semestre de 2011, foi procurado por Sojinha, que relatou a existência de um recurso em Marília devido à rescisão de um contrato com a construtora Passarelli.

“Antonio Carlos Soja relatou que estava com receio de perder o recurso, caso não fosse utilizado para prosseguimento da obra do esgotamento sanitário. Em face disso, respondi que a OAS iria realizar um estudo para analisar a viabilidade econômica da retomada da mencionada obra e que, em seguida, a empresa lhe daria um posicionamento”, disse o empreiteiro, conforme trecho da delação.

Após a OAS constatar que o projeto era viável economicamente, segundo Léo Pinheiro, um representante da empreiteira reuniu-se com Sojinha e Ticiano Toffoli para informá-los do interesse em assumir a obra. Foi quando houve, afirma ele, o pedido de propina.

“Foi solicitada vantagem indevida no valor de R$ 1 milhão com a finalidade de comprar a renúncia do então prefeito do município de Marília, Mário Bulgareli (PDT)”, disse Léo Pinheiro em sua delação.

A OAS, segundo Pinheiro, topou o acordo e providenciou o pagamento da propina para a troca no comando da Prefeitura de Marília. Além de Ticiano Toffoli, Sojinha também era filiado ao PT.
“Paga tal quantia, em 05.03.2012, Mário Bulgareli, cumprindo o acordado, renunciou ao cargo de prefeito, possibilitando que José Ticiano Dias Toffoli assumisse o cargo e assim abrisse o caminho para a realização de licitação da citada obra, uma vez que Antonio Carlos Soja seguiu como presidente do DAEM”, disse Pinheiro.

Bulgareli não justificou oficialmente a razão pela qual deixou o cargo, mas na ocasião seus familiares alegaram que ele estava com problemas de saúde. No dia em que abandonou a prefeitura, a Câmara Municipal de Marília votaria duas comissões processantes contra o prefeito por desvio de verbas.

Segundo a delação, após a substituição no comando do município realizou-se uma licitação direcionada para que a empreiteira baiana vencesse a disputa pela obra.

“Realizada a licitação, no segundo semestre de 2012, a OAS sagrou-se vencedora, tendo em vista que o edital foi elaborado com a participação da empresa, de modo a restringir o caráter competitivo do certame, com a previsão de exigências técnicas que poucas empresas atenderiam.”

O contrato previa a execução pela OAS de uma obra de afastamento e tratamento do esgoto lançado nas bacias do Córrego do Barbosa e Córrego do Pombo, em Marília.

Segundo o relato de Pinheiro, a obra acabou não sendo cedida imediatamente para a OAS, pois durante o procedimento licitatório houve questionamento de algumas empresas, o que acabou gerando um processo administrativo no TCE (Tribunal de Contas do Estado) de São Paulo.
Enquanto se aguardava o julgamento dos recursos, iniciou-se o processo eleitoral para eleger o novo prefeito de Marília. Ticiano Dias Toffoli concorreu à reeleição e novamente a OAS teve que desembolsar uma quantia para ajudá-lo, segundo a delação.

“Desse modo, com a finalidade de manter a gestão de Ticiano e, com isso, a possibilidade de execução da obra vendida, determinei a realização de doação da quantia de R$ 1,5 milhão em espécie, via caixa dois”, disse Pinheiro aos procuradores.

Segundo ele, embora Ticiano não tenha sido eleito, Sojinha procurou representantes da empresa após a eleição para solicitar a importância de R$ 1 milhão para custear as dívidas de campanha.

Apenas em 2013, com o julgamento do Tribunal de Contas entendendo pela regularidade da licitação, é que foi celebrado o contrato com a Prefeitura de Marília, já sob a administração de Vinícius Camarinha (PSB), relatou Léo Pinheiro.

De acordo com o empreiteiro, o novo prefeito também procurou a OAS para pedir propina.

“Com o início das obras, Vinícius Camarinha solicitou a representantes da OAS o pagamento de vantagem indevida no importe de 3% do valor da obra. Tais pagamentos foram realizados até março de 2014. A rescisão do contrato com o município de Marília ocorreu em novembro de 2015 e, até hoje, a OAS tem um crédito pendente com o município de Marília no importe de R$ 12 milhões em razão da ausência de pagamentos de diversas faturas”, disse Pinheiro.

A implantação do novo sistema sanitário foi orçado, em 2004, por R$ 52 milhões –quando a OAS ganhou a nova licitação, em 2013, o contrato havia chegado a R$ 106 milhões.

Vinícius Camarinha foi eleito, em 2018, deputado estadual em São Paulo. Em 26 de outubro passado, foi nomeado pelo então governador Márcio França, seu correligionário no PSB, para o cargo de secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação. Ficou até o final do ano.

OUTRO LADO

A reportagem falou com o advogado de José Ticiano Tófolli, Samuel Castanheira, na terça (29). Ele se comprometeu a falar com seu cliente e retornar a ligação, mas não fez novo contato, apesar de novas tentativas da reportagem.

A reportagem falou, também na terça, por telefone com Antonio Carlos Guilherme de Souza Vieira, o Sojinha, que disse desconhecer o assunto. Ele disse que iria procurar seu advogado e ligar de volta, mas não retornou a ligação.

A defesa do ex-prefeito Mário Bulgareli disse que seu cliente não vai se manifestar antes de tomar conhecimento do caso oficialmente.

O deputado Vinícius Camarinha disse, em nota, que não responde “a nenhum processo ou acusação desta ordem”.

“Nunca estive com a pessoa de Léo Pinheiro e nunca houve qualquer vantagem indevida. Nossa administração à época não foi a responsável pela licitação da obra de tratamento de esgoto, portanto, tratativas relativas ao certame se deram em gestões passadas”, afirmou.

“Ressalto que a mencionada rescisão contratual com o município de Marília se deu pelo fato de se confirmar que a empresa OAS estaria na Operação Lava Jato, onde, por iniciativa nossa, rompemos contrato com a empresa”, completou.

A defesa de Léo Pinheiro não quis se manifestar.

A OAS disse, em nota, que conta com uma nova gestão e tem contribuído com as autoridades competentes e com a Justiça, prestando todos os esclarecimentos que se façam necessários.

MEC não assina contratos e atrasa entrega de 10,6 milhões de livros

PAULO SALDAÑA

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Ministério da Educação do governo Jair Bolsonaro não comprou 10,6 milhões de livros literários que deveriam ser entregues já neste ano a escolas públicas de todo país. Isso ocorreu porque parte dos contratos com as editoras já aprovadas não foram assinados. As aulas já começaram em várias redes pelo país.

Das 256 editoras com obras selecionadas no PNLD (Programa Nacional do Livro Didático) específico para obras literárias, 96 ainda aguardam a assinatura ser efetivada. Os 10,6 milhões de livros equivalem a um orçamento de R$ 58 milhões.

O trâmite total do edital foi finalizado em novembro do ano passado e, neste ano, nenhum contrato foi assinado, segundo informações consultadas no Diário Oficial da União.

Segundo a reportagem apurou, a demora na definição da equipe do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) tem atrasado os processos e comprometeu a finalização das compras. O FNDE é o órgão do Ministério da Educação responsável pela aquisição de livros para as escolas públicas.

A nomeação do presidente do fundo, Carlos Alberto Decotelli, só foi oficializada nesta terça-feira (5). Servidores e ex-servidores relatam que o órgão está um caos após o início da gestão Bolsonaro. A situação fora agravada com exonerações de onze servidores na primeira quinzena de janeiro. A permanência de parte dos exonerados havia sido garantida por Decotelli, que nem sequer participou da escolha dos dispensados.

As exonerações ocorreram após a polêmica envolvendo mudanças em um outro edital de compras de livros. As mudanças no edital retiraram exigências das obras, como o combate à violência contra a mulher, e permitia livros com erros. As alterações foram suspensas após repercussão negativa.

O edital total de livros literários prevê a entrega de 58 milhões de obras e é estimado em torno de R$ 300 milhões.

Ele é relacionado a obras de literatura de educação infantil, anos iniciais do ensino fundamental (do 1º ao 5º ano) e ensino médio. Incluem livros para sala de aula, bibliotecas e também para os alunos.

Desde 2014, ainda no governo Dilma Rousseff (PT), o MEC não comprava livros de literatura. Até então, os livros de literatura eram adquiridos no âmbito de um programa específico para bibliotecas.

Mudanças nos programas de livros realizadas durante o governo Temer incluíram a compra desse tipo de obra nos PNLDs tradicionais, que são realizados por ciclos. A entrega de livros para o próprio aluno também foi uma das novidades. A primeira leva deveria chegar neste ano, mas até agora houve o atraso desses livros.

Mesmo se todos os contratos fossem assinados agora, os livros chegariam com grande atraso. A média para impressão e transporte dos livros é de quatro meses.

A reportagem questionou o MEC, comandado por Ricardo Vélez Rodríguez, sobre o montante de livros entregues e atrasos, mas não obteve retorno. Não informou, ainda, sobre uma expectativa de entrega. A reportagem também tentou contato com o presidente do FNDE mas não obteve sucesso.

Presidente da AESA participa hoje do programa Ideia Livre na TV Itararé

Foto: Paraibaonline

No programa Ideia Livre da TV Itararé, na noite desta terça-feira, uma entrevista com o novo presidente da AESA – Agência Executiva de Gestão das Águas, Porfírio Loureiro.

Entre os assuntos debatidos, estão a questão da transposição do Rio São Francisco e a situação das barragens na Paraíba.

O programa começa às 21h15, com a apresentação, nessa edição, do jornalista Anchieta Araújo, diretor de jornalismo na TV Itararé.

MEC não assina contratos e atrasa entrega de 10,6 milhões de livros

PAULO SALDAÑA

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Ministério da Educação do governo Jair Bolsonaro não comprou 10,6 milhões de livros literários que deveriam ser entregues já neste ano a escolas públicas de todo país. Isso ocorreu porque parte dos contratos com as editoras já aprovadas não foram assinados. As aulas já começaram em várias redes pelo país.

Das 256 editoras com obras selecionadas no PNLD (Programa Nacional do Livro Didático) específico para obras literárias, 96 ainda aguardam a assinatura ser efetivada. Os 10,6 milhões de livros equivalem a um orçamento de R$ 58 milhões.

O trâmite total do edital foi finalizado em novembro do ano passado e, neste ano, nenhum contrato foi assinado, segundo informações consultadas no Diário Oficial da União.

Segundo a reportagem apurou, a demora na definição da equipe do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) tem atrasado os processos e comprometeu a finalização das compras. O FNDE é o órgão do Ministério da Educação responsável pela aquisição de livros para as escolas públicas.

A nomeação do presidente do fundo, Carlos Alberto Decotelli, só foi oficializada nesta terça-feira (5). Servidores e ex-servidores relatam que o órgão está um caos após o início da gestão Bolsonaro. A situação fora agravada com exonerações de onze servidores na primeira quinzena de janeiro. A permanência de parte dos exonerados havia sido garantida por Decotelli, que nem sequer participou da escolha dos dispensados.

As exonerações ocorreram após a polêmica envolvendo mudanças em um outro edital de compras de livros. As mudanças no edital retiraram exigências das obras, como o combate à violência contra a mulher, e permitia livros com erros. As alterações foram suspensas após repercussão negativa.

O edital total de livros literários prevê a entrega de 58 milhões de obras e é estimado em torno de R$ 300 milhões.

Ele é relacionado a obras de literatura de educação infantil, anos iniciais do ensino fundamental (do 1º ao 5º ano) e ensino médio. Incluem livros para sala de aula, bibliotecas e também para os alunos.

Desde 2014, ainda no governo Dilma Rousseff (PT), o MEC não comprava livros de literatura. Até então, os livros de literatura eram adquiridos no âmbito de um programa específico para bibliotecas.

Mudanças nos programas de livros realizadas durante o governo Temer incluíram a compra desse tipo de obra nos PNLDs tradicionais, que são realizados por ciclos. A entrega de livros para o próprio aluno também foi uma das novidades. A primeira leva deveria chegar neste ano, mas até agora houve o atraso desses livros.

Mesmo se todos os contratos fossem assinados agora, os livros chegariam com grande atraso. A média para impressão e transporte dos livros é de quatro meses.

A reportagem questionou o MEC, comandado por Ricardo Vélez Rodríguez, sobre o montante de livros entregues e atrasos, mas não obteve retorno. Não informou, ainda, sobre uma expectativa de entrega. A reportagem também tentou contato com o presidente do FNDE mas não obteve sucesso.

Suspeito de matar companheira com 50 facadas é preso em Campina Grande

Foto: Reprodução/TVPB

O homem suspeito de matar a própria mulher com 50 facadas foi preso na manhã desta terça-feira (5) pela Polícia Civil.

Ednaldo de Araújo Barbosa, mais conhecido como “Nino”, se apresentou à Delegacia de Crimes Contra a Pessoa de Campina Grande (DCCPes/CG).

Contra ele já havia sido decretado um mandado de prisão preventiva, solicitado pela polícia, após indícios apontarem a participação dele no delito.

Após ser interrogado, Ednaldo agora será apresentado ao juiz de custódia.

Ednaldo é apontado pela polícia como sendo o principal suspeito do feminicídio praticado contra Luciana Buriti Ferro, de 23 anos.

Ela foi morta com os golpes de arma branca na tarde do dia 30 de janeiro deste ano. O fato ocorreu na casa de um familiar da vítima, situada na Rua Diamantina, no Bairro das Cidades, em Campina Grande.

Após praticar o crime, Ednaldo fugiu do local em uma bicicleta. No entanto, a polícia conseguiu localizar indícios que o apontam como autor do assassinado e pediu a prisão preventiva. Investigadores estavam em diligências para localizar o foragido.

Ao ser ouvido na delegacia, o suspeito tentou apresentar justificativa e atribuir culpa à vítima.

Porém as alegações dele não foram convincentes, como observou a delegada Ellen Maria Maria Ferreira de Souza, da DCCPes/CG.

“Ele informou basicamente que ela (a vítima) o traía e quis justificar que ela o agrediu primeiro, mas estas informações não condizem com os relatos nos autos”, afirmou a delegada.

Luciana Buriti estava na casa de um familiar, quando foi abordada pelo companheiro que chegou ao local e a chamou para conversar.

Ao se aproximar do companheiro, a mulher foi atacada e morta. Ela foi esfaqueada na calçada do imóvel.

Segundo testemunhas ouvidas pela polícia, Edvaldo era considerado um homem ciumento e violento, tendo, inclusive, agredido fisicamente Luciana em períodos anteriores. O casal estava separado e tentava se reconciliar.

João Pessoa tem 60 vagas de emprego – TV 4002

O Sistema Nacional de Emprego de João Pessoa (Sine-JP) oferece, no período de 4 a 8 de fevereiro, 60 novas vagas de emprego. Há oportunidades para candidatos de todos os níveis de escolaridade e que tenham ou não experiência prévia na função. Confira as vagas oferecidas no link:https://midi.as/ZSC2

As funções com o maior número de vagas são motofretista (5) e auxiliar de lanchonete (4). Há ainda oportunidades de emprego para vendedor interno e pracista, entre outros, com e sem experiência comprovada na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS).

O Sine-JP funciona na Avenida Cardoso Vieira, 85, Varadouro, e atende das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. O trabalhador deve apresentar RG, CPF e Carteira de Trabalho. Para concorrer às oportunidades em que o empregador exige apenas o currículo, o interessado deve enviá-lo para o endereço sinejp.imo@joaopessoa.pb.gov.br

As empresas que desejam anunciar vagas de empregos devem informar seus dados e as exigências das funções para o e-mail sinejp.imo@joaopessoa.pb.gov.br. Os telefones para contato do setor de captação de vagas são: 3214-1712; 3214-3214 ou 3214-1809. O serviço é gratuito.

MaisPB

Marina Moschen vive romance com figurinista de ‘Deus Salve o Rei’ – TV 4002

A atriz global Marina Moschen engatou um romance com a figurinista assistente da novela ‘Deus Salve o Rei’, Isabela Bertazzi. As duas se conheceram nos sets de gravação e se aproximaram desde lá, quando chegavam e saíam juntas.

Marina não esconde o novo amor e tem andado de mãos dadas com Isabela. Uma das maiores amigas do casal é a também atriz Bruna Marquezine, que também trabalhou na novela e costuma sair com a dupla.

A atriz, que namorava um economista 19 anos mais velho, terminou o relacionamento no ano passado. Ela e Daniel Nigri, de 40 anos, passaram mais de cinco anos juntos.

MaisPB

Carro capota na Epitácio Pessoa e bate em árvore – TV 4002

Um carro capotou na Avenida Epitácio Pessoa, em João Pessoa, na manhã desta terça-feira (05). O motorista ainda bateu em uma árvore próxima da pista. Agentes da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob) isolaram a área e o motorista aguarda o atendimento do Serviço Móvel de Urgência (Samu).

De acordo com a Semob, não há informações sobre como aconteceu o acidente.

MaisPB

Saúde na Escola atende mais de 80 mil alunos – TV 4002

Promover qualidade de vida aos estudantes da rede pública de ensino por meio de ações de prevenção, promoção e atenção à saúde, esse é o Programa Saúde na Escola (PNE), uma política intersetorial entre os Ministérios da Saúde e da Educação criado pelo Governo Federal em 2007 e instituído em João Pessoa em 2009.

O PNE propõe ações na perspectiva de atenção integral à saúde de crianças e adolescentes dentro das escolas públicas e unidades básicas de saúde. Atualmente, o Programa atende mais de 80.400 alunos Rede Municipal de Ensino, estando presente em 89 escolas do Município, 57 escolas da rede estadual e 75 creches de João Pessoa, com 160 Equipes de Saúde da Família realizando os atendimentos.

A responsável técnica pelo PNE em João Pessoa, Jane Morais, explica que a iniciativa prevê ações para acompanhar as condições de saúde dos estudantes por meio de avaliações e orientação, fortalecendo o enfrentamento das vulnerabilidades que possam comprometer o pleno desenvolvimento escolar. “Através dessa interação entre educadores e profissionais de saúde é possível potencializar a proteção e o cuidado com a saúde das crianças e adolescentes”, afirma.

Além das crianças e adolescentes, o Programa Saúde na Escola também desenvolve atividades com as famílias e as comunidades. Essas ações estão inseridas no projeto político-pedagógico da escola e levam em consideração a competência político-executiva, diversidade sociocultural e autonomia dos educadores e das equipes pedagógicas de cada região.

Por meio do PNE são ofertados serviços e trabalhados temas como atualização do calendário de vacinas das crianças e adolescentes; detecção precoce de problemas de hipertensão arterial; realização de avaliações oftalmológicas, nutricionais e em saúde bucal; ações de segurança alimentar e promoção para a uma alimentação saudável; promoção de atividades físicas; educação sexual; prevenção ao uso de álcool, cigarro e outras drogas; promoção de cultura, paz e prevenção de violência.

“A escola é um espaço privilegiado para desenvolver ações de saúde com crianças e adolescentes e as ações propostas pelo Programa proporcionam espaço de diálogo, fortalecem a convivência e a formação da consciência sobre vários temas, potencializam datas comemorativas, temas transversais, estimulam a autonomia e ao auto cuidado, a prevenção de doenças e a identificação de necessidades de encaminhamentos para os serviços de saúde”, explica Jane Morais, responsável técnica pelo PNE na Capital.

Para que as atividades do Programa mantenham-se atuais e equivalentes as realidades e necessidades dos alunos, a cada dois anos o município firma termo de compromisso para desenvolver ações que são definidas a nível federal e serão desenvolvidas nas escolas pactuadas, com a participação das Equipes de Saúde da Família vinculadas a cada estabelecimento de ensino Infantil, Fundamental e Médio.

No País – Atualmente, o programa atende 90% dos municípios brasileiros, envolvendo mais de 20 milhões de estudantes de 85.706 escolas e mais de 36 mil equipes da atenção básica do SUS.

Confira os serviços ofertados por meio do Programa Saúde na Escola:

1. Verificação e atualização vacinal dos estudantes

2. Promoção da alimentação saudável e prevenção da obesidade infantil

3. Ações de combate ao mosquito Aedes aegypti

4. Avaliação de saúde bucal, escovação supervisionada e aplicação tópica de flúor

5. Saúde ocular e identificação de possíveis sinais de alteração

6. Avaliação da saúde auditiva e identificação de possíveis sinais de alteração

7. Prevenção das violências e dos acidentes

8. Identificação de sinais de agravos de doenças em eliminação

9. Prevenção ao uso de álcool, tabaco, crack e outras drogas

10. Realização de práticas corporais, da atividade física e do lazer

11. Promoção da cultura de paz, cidadania e direitos humanos

12. Prevenção de DST/Aids e orientação sobre direito sexual e reprodutivo

MaisPB

TJ mantém condenação de acusada de racismo – TV 4002

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça manteve a condenação de Ana Karla Geovanna Albuquerque Maia pelos crimes de injúria racial e de ameaça (artigo 140, § 3º e artigo 147, ambos do Código Penal). O processo (0008244-32.2016.815.0011) é oriundo da 1ª Vara Criminal da Comarca de Campina Grande. Lá, a recorrente foi condenada a uma pena de 1 ano e 2 meses de reclusão e 3 meses de detenção, além de 20 dias-multa, no valor unitário de 1/30 do salário mínimo, a ser cumprida em regime aberto.

A pena foi substituída por duas restritivas de direitos, consistentes na prestação de serviços à comunidade ou entidade pública e prestação pecuniária no valor de R$ 1.000,00, em favor da vítima, Josefa da Silva Silveira.

A vítima declarou, na esfera judicial, que saiu para comprar pão de manhã e a acusada passou a proferir palavras injuriosas contra ela, dizendo: “lá vai a urubu! Vai negra safada, imunda!”. Já a testemunha Francisca Lucena de Sousa disse que presenciou as agressões verbais e as ameaças proferidas pela ré. Contou em seu depoimento “que viu quando Fernanda foi comprar uma carne para dona Josefa; que quando retornou, a acusada passou a proferir injurias raciais contra dona Josefa; que ela chamou dona Josefa de “negra maca, negra porca”; que a acusada costuma provocar todos na vizinhança; que Josefa nunca deu motivos para a acusada lhe agredir; que nunca ouviu falar se a acusada tenha problemas mentais; que a acusada já cansou de ameaçar dona Josefa, dizendo que negro não era para existir, era para ser exterminado”.

Na sentença, o juiz destacou que a ofensa racial se configurou quando a acusada chamou a vítima de “negra velha, negra safada, negra porca, urubu”. “Tal fato, não teve qualquer ligação com o seu trabalho ou condição social, consistindo, tão somente, em xingamento ligado à sua cor”, enfatizou.

Para o relator do processo, desembargador Arnóbio Alves Teodósio, pelas provas carreadas aos autos, sobretudo as declarações prestadas pela vítima e testemunhas presenciais, ficou patente que a acusada, além de injuriar a ofendida, proferiu sérias ameaças contra ela.

Segundo ele, a pena aplicada não merece reparo. “Não se vislumbra na pena cominada para a apelante exacerbação injustificada a merecer retificação nesta instância, uma vez que o quantum, fixado abaixo da média aritmética prevista para os crimes praticados, foi dosado após escorreita análise das circunstâncias judiciais e em obediência ao sistema trifásico, apresentando-se ajustado à reprovação e à prevenção delituosas”.

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